- Bill Clinton e Hillary Clinton vão depor em uma investigação do Congresso sobre Jeffrey Epstein.
- A Câmara discutia votação para acusar os Clintons de desacato por se recusarem a testemunhar.
- O Comitê de Supervisão recomendou o desacato; os Clintons ofereceram cooperação, mas não compareceriam pessoalmente.
- O presidente da Câmara, Mike Johnson, disse que advogados analisam os detalhes e os próximos passos ainda não foram definidos.
- A divulgação de documentos do Departamento de Justiça revelou laços de Epstein com várias figuras públicas; Clinton alegou arrependimento e afirmou não saber das atividades criminosas.
Bill Clinton e Hillary Clinton vão depor em uma investigação do Congresso sobre Jeffrey Epstein. A decisão envolve o novo material divulgado pelo Departamento de Justiça, que aponta vínculos entre Epstein e diversas figuras proeminentes, antes e depois de ele ter se declarado culpado em 2008.
A Câmara dos Deputados, controlada por republicanos, discutia votar a abertura de acusações de desacato contra o casal caso não depusessem. Os Clintons se ofereceram para cooperar, mas não compareceram, alegando motivação partidária na investigação.
Segundo apuração, a divulgação de milhões de documentos do DOJ revelou ligações de Epstein com políticos, empresários e acadêmicos, aumentando o escrutínio sobre o tema. Bill Clinton voou várias vezes no jet particular de Epstein no começo dos anos 2000, segundo registros públicos, e já pediu desculpas pelo relacionamento.
Desacato
O Comitê de Supervisão da Câmara recomendou a acusação de desacato por recusa em testemunhar sobre a relação com Epstein. Os Clintons afirmaram interesse em cooperar, mas não estabeleceram datas para depoimentos, citando visões divergentes sobre a natureza da investigação.
O vice-chefe de gabinete dos Clintons afirmou que eles testemunhariam sob juramento, buscando estabelecer precedentes. O presidente da Câmara, Mike Johnson, disse que a pauta de desacato ainda está sendo avaliada pela equipe jurídica, sem definições sobre prazos.
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