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PSD busca candidata com perfil de Simone Tebet para o Planalto; eleitor boceja

PSD busca candidato de centro-direita para 2026, afastando-se de Lula e do bolsonarismo; eleitorado permanece cético em relação ao centrão

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Simone Tebet (MDB), hoje ministra do Planejamento, disputou a Presidência em 2022
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  • O PSD busca já em 2026 uma candidatura própria à Presidência, propondo um nome moderado de centro-direita; os pré-selecionados são Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite.
  • Em 2022, Simone Tebet foi candidata independente e teve 4,16% dos votos válidos; apoiou Lula no segundo turno e assumiu o Ministério do Planejamento.
  • O centrão não chegou a ganhar expressão suficiente nas urnas em 2018 e 2022, mesmo com nomes de peso na disputa.
  • O PSD, hoje, ocupa três ministérios no governo Lula (Minas e Energia, Agricultura e Pesca) e já votou a favor do pacote fiscal do ministro Fernando Haddad.
  • A pesquisa Genial/Quaest de janeiro aponta Flávio Bolsonaro com 59% entre eleitores da direita não bolsonarista, Ratinho Júnior com 16%, Caiado entre 3% e 5% e Eduardo Leite não foi testado.

Na versão oficial, o PSD afirma defender uma candidatura própria à Presidência em 2026, buscando um nome moderado, de centro-direita, fora da polarização entre Lula e o bolsonarismo. Os pré-selecionados para a empreitada são Ronaldo Caiado (GO), Ratinho Jr. (PR) e Eduardo Leite (RS).

O movimento do PSD retoma o mesmo campo de 2022, quando Simone Tebet foi apresentada como alternativa técnica e independente. Ela disputou o pleito apoiando Lula no segundo turno, e acabou nomeando o Ministério do Planejamento.

O eleitor de Tebet, hoje, já reagiu com ceticismo, segundo avaliações de 2022. Em cidades onde teve melhor desempenho, Bolsonaro avançou mais que Lula no segundo turno. O centrão acabou ao lado do governo vitorioso, gerando desconfiança entre eleitores de centro.

Cenário atual e intenções do PSD

O PSD comanda três ministérios no governo Lula: Minas e Energia, Agricultura e Pesca. Embora o presidente do partido, Gilberto Kassab, afirme que a sigla não integra o governo, o partido apoiou 34 votos a favor do pacote fiscal de Haddad.

Pesquisas de janeiro indicam que a direita não bolsonarista dá peso a Flávio Bolsonaro na faixa de apoio, com Ratinho Jr. atingindo 16% e Caiado entre 3% e 5%. Eduardo Leite ainda não foi testado, e Tebet não figura entre os números.

Cenário de intenção de voto na direita

Na mesma pesquisa, Lula aparece com 36% no primeiro turno, e Flávio Bolsonaro com 23%. Ratinho Jr. oscila entre 7% e 11%, Caiado entre 3% e 5%. A viabilidade de uma candidatura do PSD para dividir a direita é discutida pela imprensa, enquanto o eleitorado segue com bocejos.

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