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Vereador recusa R$ 2 milhões e revela esquema contra Banco Central

Vereador denuncia esquema de contratos de até R$ 2 milhões com influenciadores para defender liquidação do Banco Master; Polícia Federal investiga

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Vereador Rony Gabriel expôs o esquema de contratação de influenciadores para atacar o BC após a liquidação do Master (Foto: Nathan Felipe Ribeiro / Gabinete de Rony Gabriel)
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  • Vereador Rony Gabriel, de Erechim (RS) e pré-candidato a deputado federal, denunciou um esquema de até R$ 2 milhões para influenciadores defenderem a liquidação do Banco Master.
  • O esquema, chamado “Projeto DV” e ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, orientava influenciadores a divulgar uma reportagem que apoiava a narrativa de que a decisão do Banco Central foi precipitada.
  • A Polícia Federal abriu inquérito para investigar a atuação coordenada de ao menos 46 perfis nas redes sociais; Gabriel disse estar à disposição para depor.
  • O caso tramita no Supremo Tribunal Federal, com o ministro Dias Toffoli autorizando a investigação da PF, mantendo parte do processo em sigilo.
  • Segundo Gabriel, a rede de influência envolve ramificações nos três poderes e contratos formais de consultoria, além de cargos para acessar autoridades; ele afirma que a operação teria alcance além de influenciadores.

O vereador Rony Gabriel (PL-RS) tornou-se alvo de grande repercussão ao divulgar um suposto esquema de contratação de influenciadores para defender o Banco Master, após a sua liquidação. A denúncia ocorreu após Gabriel recusar a proposta de até 2 milhões de reais para sustentar a tese contrária à decisão do Banco Central. A Polícia Federal abriu inquérito para apurar as informações apresentadas.

Segundo o parlamentar, o chamado Projeto DV envolvia contratos com influenciadores para disseminar a ideia de que a liquidação do Banco Master foi precipitada, buscando alcançar dezenas de milhões de seguidores. A investigação também visa verificar a existência de uma rede coordenada entre perfis nas redes sociais.

A PF apura ao menos 46 perfis envolvidos e aguarda depoimento de Gabriel. O ministro Dias Toffoli, do STF, autorizou a abertura do inquérito pela PF, mantendo parte do processo em sigilo. O caso tramita no STF, com desdobramentos em Brasília e no Rio Grande do Sul.

Rony Gabriel, vereador de Erechim (RS) e pré-candidato a deputado federal, sustenta que o esquema é mais amplo que a atuação de influenciadores. Ele afirma que o Banco Master estruturou uma rede permanente com ramificações nos três poderes e contratos formais de consultoria para favorecer acesso a autoridades.

Segundo o político conservador, a suposta operação envolveria organizações criminosas e altas esferas do poder em Brasília. Ele alega que a rede teria vínculos com o Executivo, Legislativo e Judiciário, articulando uma influência institucional além de simples campanhas digitais.

A apuração continua em curso, com o vereador à disposição para depor e colaborar com as investigações. Os próximos passos incluem a coleta de provas digitais, perícias e o cruzamento de informações entre as plataformas de redes sociais utilizadas pelos perfis investigados.

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