- O Papa Leão pediu diálogo sincero e eficaz entre os Estados Unidos e Cuba para evitar violência e sofrimento ao povo cubano.
- A tensão entre os dois países aumentou após anúncios de tarifas norte‑americanas sobre importações de países que fornecem petróleo a Cuba.
- A declaração de tarifas levou a Cuba a declarar uma “emergência internacional” em resposta à possível pressão econômica.
- O presidente dos Estados Unidos afirmou que as tarifas são necessárias para proteger a segurança nacional e a política externa dos EUA diante do regime cubano.
- Trump reiterou que Cuba pode negociar com os EUA, dizendo que não precisa haver crise humanitária.
O Papa Lião pediu diálogo sincero e eficaz entre Estados Unidos e Cuba para evitar violência e o sofrimento do povo cubano, marcando preocupação com o aumento das tensões.
Em declarações após a oração dominical Angelus, ele informou ter recebido relatos sobre o agravamento do atrito entre Havana e Washington e pediu que as autoridades promovam canal aberto de negociação.
Entre as ações em pauta, o governo norte-americano sinalizou sanções: tarifas a partir de países que forneçam combustível a Cuba, uma medida defendida pelo presidente Donald Trump para proteger a segurança nacional e a política externa dos Estados Unidos.
Cuba respondeu aos avisos com uma classificação de emergência internacional, denunciando a tarifa como uma ameaça incomum e extraordinária. Na semana anterior, Trump afirmou que Cuba poderia enfrentar dificuldades caso as negociações não avancem.
Quem participa do debate inclui o governo cubano, lideranças religiosas em Cuba e autoridades dos EUA. O Vaticano enfatiza que o diálogo é o caminho para evitar agravamento das condições para a população cubana.
Quando e onde aconteceu: o apelo de Lião ocorreu em Roma, no Vaticano, em meio a discussões que ganharam destaque na agenda internacional nesta semana, com novos avisos vindos de Washington.
Por que é relevante: as medidas e a retórica ampliam o atrito entre os dois países, em um momento em que Havana tenta manter acesso a recursos energéticos, enquanto os EUA buscam pressionar para mudanças políticas.
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