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Caucus trabalhista cobra ação de Wells por reforma lenta de anúncios de jogos

Frustração no caucus trabalhista com atraso na reforma de anúncios de aposta pressiona a ministra Anika Wells, com documentos mostrando receios sobre impactos a esportes e emissoras

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Australian prime minister Anthony Albanese and sports minister Anika Wells. The government has defended the delay in responding to proposed gambling ad reforms but some caucus members say their concerns are not being heard.
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  • MPs trabalhistas expressam frustração com o atraso em reformar anúncios de jogo de azar e pedem ação da ministra das comunicações e esportes, Anika Wells.
  • Documentos revelados por meio de leis de acesso à informação indicam que o departamento de Wells reconhece apoio à proibição de anúncios, mas teme impactos para códigos esportivos e empresas de mídia.
  • Cerca de uma dúzia de deputados trabalhistas discutem a reforma, com alguns dizendo que o grupo ganha apoio e que há sensação de não serem ouvidos.
  • O governo enfrenta pressão para responder ao relatório Murphy, de 2023, que recomenda a proibição gradual de anúncios de jogos online e outras medidas de redução de danos.
  • Além de Betstop e proibição de cartão de crédito para jogos, o governo afirma manter ações para proteger o público, enquanto negocia com broadcasters, códigos esportivos e defensores de redução de danos.

Em meio à pressão interna, o grupo de membros do Partido Trabalhista reclama da morosidade na reforma de anúncios de jogos de azar. MPs defendem que a ministra das comunicações e do esporte, Anika Wells, tome providências.

Documentos divulgados por meio da Lei de Liberdade de Informação mostram que o gabinete de Wells reconhece a popularidade de um banimento de propagandas, mas teme impactos para códigos esportivos e empresas de mídia. A discussão envolve uma dezena de deputados trabalhistas.

O debate sobre a reforma avança, com apoio amplo no parlamento. Ex-líder da oposição e aliados do Partido verde têm defendido mudanças, incluindo proibição total de publicidade de apostas online em momentos-chave.

Detalhes e desdobramentos

A comitiva trabalhista relata frustração crescente por não conseguir agendar reuniões com Wells há meses para tratar do tema. Segundo eles, existem pressões externas ao partido para avançar a agenda.

O governo tem respondido com ações, como a introdução do Betstop, um registro nacional de autoexclusão, e a proibição de uso de cartões de crédito em apostas. Autoridades afirmam que essas medidas demonstram compromisso com a proteção de vulneráveis.

Relatórios de comitês indicam que a reforma de publicidade de apostas é vista como controversa, com ganhos para quem financia transmissões e direitos de exploração, mas riscos para visibilidade de marcas esportivas. Também há preocupação com o impacto financeiro sobre emissoras e ligas esportivas.

Deputados de oposição destacam que o relatório Murphy, de 2023, recomenda uma proibição gradual de propagandas de jogos online e outras medidas de redução de danos, sem resposta do governo até hoje. Fonte oficial lembra que o governo trabalha para equilibrar proteção ao público e receita de mídia.

Panorama político e prazo

Há expectativa de que 2026 seja o marco para avançar na implementação de mudanças relativas às recomendações do relatório Murphy. Membro da bancada trabalha para manter a pauta na agenda nacional, diante de apelos de comunidades afetadas pelo jogo.

Relatórios de rivais políticos acusam o governo de atrasar ações há quase 1.000 dias desde a entrega do documento. A defesa oficial afirma que a administração prioriza proteção a crianças e jovens e segue dialogando com analistas de danos, broadcasters e codes esportivos.

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