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Bovino retratado como general confederado em e-mails de 2018

Ex-comandante de imigração é demitido após e‑mail de 2018 que o compara a general confederado; acusações de discriminação nas promoções

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Gregory Bovino speaks during a news conference on 20 January 2026, in Minneapolis.
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  • Gregory Bovino, oficial de fronteira recentemente rebaixado, é alvo de ações trabalhistas que alegam que ele atrapalhou promoções de agentes negros e latinos ao favorecer um colega branco durante o processo de contratação.
  • Em 2018, Bovino recebeu de um colega um e-mail com imagens ligadas à Confederação; o remetente chamou Bovino de “Chief Bovino” numa foto do General William Mahone. Bovino respondeu “Oh jeez, DELETE!!!!!” sem reprovar a mensagem.
  • A correspondência incluiu ainda imagens de reenactors de guerra civil com a legenda “NLL all hands meeting” e outra de soldados negros da União em posição de artilharia; Bullock enviou as fotos e admitiu que o conteúdo era inadequado.
  • Bullock foi posteriormente repreendido por enviar o e-mail, e as acusações de discriminação resultaram em acordo com duas ações movidas por agentes da linha de frente, em 2022, com valores não divulgados.
  • Em meio a críticas, Bovino foi demitido do cargo de comandante na operação de imigração em Minneapolis, com a Administração anunciando mudanças e o retorno de responsabilidades a Tom Homan, que liderou a operação de aplicação de leis de imigração no estado.

Gregory Bovino, representante de alto escalão da patrulha de fronteira, foi afastado de suas funções em uma reestruturação da administração, após ficarem conhecidos acontecimentos envolvendo uso de imagens Confederadas em 2018 e alegações de conduta inadequada.

Segundo reportagens, Bovino recebeu de um colega um e-mail em 2018 que investia em imagens da Confederação e em referências ao setor de New Orleans. O envio ocorreu quando Bovino cancelou uma vaga de emprego e promoveu o próprio colega, um oficial branco, no cargo por meio de bypass no processo de promoção.

Detalhes e desdobramentos

As mensagens incluíram fotos de oficiais da Guerra Civil e de soldados negros do Exército da União, com legendas sugerindo prioridades para o setor de New Orleans. Em depoimento, o colega afirmou enviá-las por considerar Bovino fã de história, admitindo que o conteúdo era inadequado.

Bovino respondeu à época dizendo que não via conotação racial que justificasse abrir investigação, enquanto Bullock reconheceu ter enviado o e-mail de forma inadequada. Bullock foi posteriormente repreendido por envio da mensagem.

Impactos legais e contexto institucional

Dois agentes de fronteira, progressivamente promovidos a cargos superiores, ajuizaram ações alegando discriminação racial no processo de contratação. Eles afirmaram que a promoção de Bullock, após cancelamento de uma vaga, prejudicou candidaturas de colegas negros e latinos. O caso foi quitado em 2022, com valores não divulgados.

Recentemente, em meio a investigações internas, Bovino foi demitido do comando na área de Minneapolis, em correspondente movimentação da administração. Em janeiro, agentes federais de imigração participaram de operações na cidade, registrando mortes de dois cidadãos norte-americanos em casos separados.

Contexto atual

O departamento de Segurança Interna e a CBP não comentaram oficialmente o assunto. O desfecho envolve mudanças administrativas, ações legais anteriores e avaliações em curso sobre práticas de promoção e disciplina dentro do órgão. Autoridades adicionais da administração indicaram que melhorias são necessárias, sem detalhar propostas.

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