- Jair Bolsonaro permanece preso na Papudinha, mantendo o local como um QG eleitoral e articulando apoio para a campanha do seu filho.
- A cela de sessenta e cinco metros quadrados tem banheiro, cozinha, quarto e área externa, com cinco refeições diárias, atendimento médico e possibilidade de visitas políticas.
- O ministro Alexandre de Moraes autorizou visitas de deputados e senadores, e o governador Tarcísio de Freitas foi citado como influenciado pelos desdobramentos da prisão.
- Bolsonaro orienta estratégicas de campanha, incluindo apoio ao filho e interlocutores importantes, mesmo com direitos políticos cassados.
- A visita de Nabhan Garcia, líder ruralista, foi autorizada para fortalecer laços com setores do agronegócio; a defesa também pleiteia prisão domiciliar por saúde, o que poderia aumentar o fluxo de pedidos.
Jair Bolsonaro permanece preso no presídio conhecido como Papudinha, mas a estrutura ali montada funciona como centro de articulação política. A circulação de visitas e a organização de agenda eleitoral são observadas por fontes locais.
Segundo relatos, autoridades autorizam visitas de deputados e senadores, além de aliados próximos. O objetivo é manter o movimento político e apoiar candidaturas associadas ao entorno de Bolsonaro.
Ações apontadas envolvem a aproximação com o governador Tarcísio de Freitas e a tentativa de manter influência sobre a postulação do filho Flávio Bolsonaro. Também há indicação de contatos com lideranças do agronegócio por meio de Nabhan Garcia.
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