- Um juiz federal determinou a libertação de Adrian Conejo Arias e de seu filho de cinco anos, detidos durante uma operação da ICE em Minnesota.
- O menino foi um dos quatro estudantes detidos no início do mês em um subúrbio de Minneapolis, segundo o distrito escolar público Columbia Heights.
- A imagem viral mostra o garoto usando um gorro azul com orelhas de coelho em frente à casa, com agentes próximos.
- Além deles, havia duas pessoas de dezessete anos e outra de dez anos detidas; todos foram encaminhados para uma instalação de detenção familiar em Dilley, Texas.
- O juiz Fred Biery criticou a política de deportação diária e pediu um processo mais humano; autoridades não retornaram comentários imediatamente.
Adrian Conejo Arias, de 34 anos, e seu filho Liam Conejo Ramos, de 5, foram colocados em liberdade por ordem de um juiz federal após terem sido detidos durante uma operação de imigração em Minnesota. A acionação envolveu oficiais fortemente armados que prenderam quatro estudantes na região de Minneapolis.
O garoto com cachorrinho azul na cabeça tornou-se destaque em uma foto que circulou nas redes, retratando o momento da abordagem perto de casa. Segundo informações da Colúmbia Heights Public School District, Liam era um dos quatro estudantes detidos no início do mês.
O juiz federal Fred Biery decidiu pela liberação dos dois, enfatizando que o caso reflete falhas no sistema de deportação diário e a necessidade de políticas mais humanas. O desfecho ocorre no contexto de críticas à abordagem de remoção de imigrantes.
Além de Liam, dois jovens de 17 anos e uma criança de 10 anos também foram detidos na ação, conforme informações do superintendente da escola. Liam e o pai, que entraram nos EUA legalmente como requerentes de asilo, foram encaminhados a uma instalação de detenção familiar em Dilley, Texas, antes da decisão judicial.
Detenção e desdobramentos
A família permanece sujeita a procedimentos de imigração, com advogados citando o caso como exemplo de políticas que podem traumatizar crianças. Autoridades de segurança não responderam a pedidos de comentário até o fechamento desta edição.
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