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Ucrânia pronta para entrar na UE em 2027, diz Zelensky

Zelensky diz que a Ucrânia estará tecnicamente pronta para entrar na UE em 2027, apesar de objeções de alguns Estados-membros

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
The Ukrainian president, Volodymyr Zelenskyy, last week.
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  • Zelenskyy afirmou que a Ucrânia estaria tecnicamente pronta para ingressar na União Europeia em 2027, com a conclusão dos passos principais até o fim de 2026.
  • A Comissão Europeia sinalizou visão mais cautelosa, apontando progresso limitado em algumas áreas, incluindo combate à corrupção e capacidade institucional.
  • Xavier Bettel, ministro dos Negócios Estrangeiros de Luxemburgo, reforçou que existem regras a cumprir e pediu que Zelenskyy não pressione o cronograma.
  • Marta Kos, comissária europeia responsável pela ampliação, indicou que há vontade política, mas pode ser necessário mais preparo para o processo.
  • Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, afirmou que 95% dos hungaros são contrários à adesão rápida, citando preocupações com agricultores, segurança das famílias e paz no país.

Volodymyr Zelenskyy afirmou que a Ucrânia estaria tecnicamente apta a ingressar na União Europeia em 2027, com a conclusão das etapas-chave até o fim de 2026. A declaração ocorreu enquanto aliados discutem rapidez do processo de adesão e seu impacto na segurança regional.

Líderes europeus reagiram com cautela. O chanceler luxemburguês Xavier Bettel lembrou que existem regras que devem ser seguidas e pediu que Kiev não exerça pressão sobre o prazo de adesão, pois isso pode ser contraproducente. A Comissão Europeia sinalizou que o desenho do caminho pode exigir mais avanços.

A Comissão Europeia, representada por Marta Kos, comentou que há vontade política, mas reconheceu necessidade de maior preparação em áreas-chave. Em discussão está o equilíbrio entre estímulo a reformas e o respeito aos critérios de adesão, que dependem de decisão unânime entre os 27 Estados-membros.

Mudanças políticas na UE também influenciam o tema. Viktor Orbán, premiê da Hungria, afirmou que a maioria dos húngaros não apoia uma adesão acelerada, citando preocupações com agricultores, segurança familiar e paz no país. A posição húngara ocorre perto de eleições legislativas no país.

A análise de experts aponta que o relatório de progressos da UE, divulgado no ano anterior, indicou avanços limitados em áreas críticas, como combate à corrupção e capacidade institucional. A expectativa é de novas avaliações pela Comissão antes de qualquer decisão formal.

A Ucrânia continua buscando clareza sobre o cronograma de adesão, vendo o tema como parte de garantias de segurança após o conflito. O país pretende manter abertas as negociações trilaterais com Rússia e EUA nos próximos dias para orientar os próximos passos.

A revisão de prioridades na UE permanece em curso, com reuniões previstas para esclarecer a posição dos 27 Estados-membros. A imprensa europeia acompanha o andamento das tratativas e a posição de parceiros estratégicos na região.

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