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Tebet encerra participação no governo e discute disputa ao Senado com Lula

Saída até 30 de março abre caminho para a candidatura ao Senado, com Lula avaliando domicílio eleitoral e apoio à nos próximos passos

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Tebet deixa o Ministério do Planejamento até 30 de março para disputar o Senado; Lula sinalizou apoio à candidatura.
  • Pela legislação, ministros que desejam disputar eleições precisam se desincompatibilizar até 4 de abril; Tebet afirma que terá nova conversa com o presidente e espera definição até o Carnaval.
  • A ministra não descartou mudar o domicílio eleitoral para São Paulo, onde nomes como Fernando Haddad e Geraldo Alckmin são citados como possíveis candidatos.
  • Governo e oposição considered as eleições para o Senado como prioridade, com a expectativa de mudança na composição da Casa a partir de 2027.
  • No Paraná, Gleisi Hoffmann foi convencida por Lula a disputar uma vaga no Senado; intenção anterior era concorrer à reeleição na Câmara.

A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), anunciou que deixará o cargo até 30 de março para disputar as eleições. Lula sinalizou que quer que ela concorra a uma vaga no Senado Federal. Tebet afirmou que a conversa ocorreu após um evento em São Paulo.

Ela reforçou que o presidente a ouve e que não houve definição final, apenas a discussão sobre a candidatura ao Senado. A legislação eleitoral exige desincompatibilização até 4 de abril, seis meses antes do pleito.

Tebet mencionou a possibilidade de mudar o domicílio eleitoral para São Paulo, onde nomes relevantes do governo estão sendo avaliados para disputar cargos. Entre eles, o ministro Fernando Haddad e o vice-presidente Geraldo Alckmin.

Ela afirmou que não houve debates sobre mudança partidária ou cargos, apenas a existência de uma conversa sobre a trajetória eleitoral. Haddad é visto como perseguindo apoio de Lula para a disputa estadual.

A relação entre governo e oposição volta-se à eleição para o Senado, vista como prioridade neste ciclo. A vaga no Senado envolve 54 das 81 cadeiras, com a definição a partir de 2027.

Disputa para o Senado

O PL terá sete cadeiras em disputa; o PT soma nove hoje, com seis em fim de mandato. Gleisi Hoffmann (PT) foi convencida a concorrer ao Senado pelo Paraná, após pedido de Lula.

A mudança de Hoffmann da Câmara para o Senado atende a estratégia petista para fortalecer a bancada. A composição do Senado é observada como ponto central para o alinhamento institucional no próximo mandato.

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