- Milhares de pessoas marcharam em Nova York, em protesto anti-ICE, durante um dia nacional de ação contra as deportações da administração Trump.
- Os manifestantes enfrentaram o frio intenso, partiram de Foley Square e seguiram em direção ao norte de Manhattan, com cantos como “Abolish ICE” e críticas ao ICE, à Ku Klux Klan e ao fascismo.
- O ato funciona como parte de uma mobilização que incentiva “sem trabalho, sem escola, sem compras” para pressionar por mudanças na política de imigração.
- Entre os participantes estavam jovens e estudantes; o congressista Brad Lander participou, citando casos que geraram indignação em Minneapolis após mortes de dois cidadãos de 37 anos envolvendo agentes de imigração.
- Observadores ressaltam a participação de estudantes e a mobilização em várias cidades, com apoio de motoristas que buzinavam em solidariedade durante o percurso.
Thousands de manifestantes marcharam nesta sexta-feira em Nova York para protestar contra a força de imigração e as ações de deportação da Administração Trump, em meio a um dia nacional de ações.
O protesto reuniu jovens e idosos em ruas cobertas de gelo, que entoaram mensagens contra o ICE, o fascismo e o KKK. A mobilização ocorreu após discursos em Foley Square e seguiu em direção ao norte de Manhattan.
Na cidade, a marcha foi parte de um movimento nacional que pediu boicote a trabalhos, escolas e compras como forma de pressionar por mudanças na política de imigração.
Contexto e participantes
Entre os manifestantes, esteve o ex-candidato a prefeito de Nova York e ex-controlador Brad Lander, que já participou de ações contra o ICE na cidade. Ele mencionou a forma como casos recentes de violência doméstica e repressão têm mobilizado opositores.
Lander afirmou que a atenção internacional ao tema reforça a necessidade de organizar redes de apoio aos moradores imigrantes. A participação contou com estudantes e moradores de diferentes bairros, incluindo Brooklyn e Las Vegas, que viajaram para participar.
Dinâmica do dia
Os manifestantes dizem buscar responsabilizar as autoridades de imigração por ações vistas como rígidas. Em Nova York, a mobilização gerou lentidão no tráfego, com motoristas, alguns solidários, registrando apoio com buzinas e acenos.
Relatos de ações em outras cidades foram citados pelos organizadores para ilustrar o alcance da campanha e a pressão por reformas. O movimento enfatiza o uso de táticas de pressão econômica, como a paralisação de atividades, para ampliar o impacto.
Contexto nacional
O dia de protestos coincide com ações em várias cidades do país, associadas a casos de violência relatados envolvendo agentes de imigração. As lideranças estudantis de universidades, incluindo a University of Minnesota, unem-se ao movimento para demandar o fim de operações que, segundo os organizadores, afetam comunidades vulneráveis.
As informações destacadas indicam que a organização do protesto visa manter visibilidade aos debates sobre imigração e exigir respostas de autoridades federais, sem apontar culpados ou emitir julgamentos.
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