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Acareação no caso Master é descrita como escândalo e teatro, diz Ronilso

Acareação é vista como escândalo e teatro; Brasil cobra lista de nomes, valores e envolvidos, apontando evasão de Vorcaro

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
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  • Ronilso Pacheco classifica como escândalo a acareação entre depoimento de Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB à Polícia Federal no caso Master, citando falta de clareza sobre encontros, valores e participantes.
  • O colunista diz que declarações não aparecem objetivos, com conversas descritas como “teatro” e sem memória precisa de detalhes sobre quem participou das negociações.
  • Pacheco ressalta que o país tem direito à lista de nomes de pessoas com quem houve encontros, o conteúdo dito, os valores negociados e os privilégios concedidos.
  • O jornalista critica a postura de Vorcaro, afirmando que, como dono do banco, ele deveria ter convicção e informações claras, não dúvidas sobre transações relevantes.

Ronilso Pacheco classificou como escandalosa a acareação entre Daniel Vorcaro e o ex-presidente do BRB, realizada durante depoimento na Polícia Federal no caso Master. O jornalista avalia que as falas não esclareceram encontros, valores e participantes das negociações investigadas, alimentando suspeitas e pedidos de transparência sobre a participação de figuras influentes.

Segundo o analista, a acareação não forneceu elementos objetivos sobre quem participou das reuniões, quais foram os valores negociados e quais promessas foram feitas. A leitura é de que o país tem direito a conhecer os nomes envolvidos e o conteúdo das tratativas, para entender a dinâmica do caso.

Pacheco ressalta que o episódio aparenta ter se transformado em um teatro, com uma das testemunhas alegando desconhecer fatos relevantes e a outra mantendo dúvidas sobre informações que deveria dominar como dono do banco. O comentarista critica a postura de Vorcaro, questionando a convicção apresentada diante da magnitude da operação.

Análise crítica da condução do depoimento

A avaliação é de que as declarações não demonstram clareza suficiente sobre a natureza das negociações, nem sobre quem exatamente participou das discussões. O jornalista afirma que, mesmo diante de uma instituição de grande porte, não houve demonstração de domínio sobre o assunto por parte do máximo responsável.

Ronilso Pacheco enfatiza que, para avançar as apurações, é essencial a identificação dos interlocutores, o conteúdo negociado e os privilégios concedidos. O objetivo é trazer transparência sobre as relações entre pessoas influentes e as operações sob investigação.

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