- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou a sua candidatura à reeleição ao governo paulista neste ano e mantém apoio a Flávio Bolsonaro para a presidência.
- A confirmação ocorreu durante visita a Jair Bolsonaro na Papuda, em Brasília, pela manhã, com autorização do ministro Alexandre de Moraes do STF.
- Tarcísio reiterou que não pretende disputar o Palácio do Planalto contra Lula e que sua prioridade continua sendo São Paulo.
- Sobre o apoio a Flávio Bolsonaro, o governador foi direto em afirmar o alinhamento com a indicação do ex-presidente.
- A visita de Tarcísio também tratou da filiação de Ronaldo Caiado ao PSD, com expectativa de candidatura própria contra Flávio Bolsonaro, segundo o relato do governador.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), confirmou nesta quinta-feira, 29, ao ex-presidente Jair Bolsonaro que disputará a reeleição ao governo de São Paulo neste ano. Ele também manteve apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência. O encontro ocorreu na Papuda, Brasília, pela manhã, com autorização do STF.
Segundo Tarcísio, não haverá mudança de rota em seu projeto político. O foco continuará em governar São Paulo, mantendo a prioridade de gestão estadual. O governador ressaltou que não pretende disputar o Planalto contra a reeleição de Lula e reiterou sua coerência com o objetivo regional.
Sobre o apoio a Flávio Bolsonaro, Tarcísio foi direto ao afirmar o alinhamento com a indicação do ex-presidente. O governador afirmou que não há dúvidas quanto à continuidade dessa posição, reforçando o sentimento de unidade entre aliados da direita.
A visita aconteceu por volta das 11h no Complexo da Papuda, após autorização do ministro Alexandre de Moraes. O encontro estava marcado para a semana anterior, mas foi adiado por compromissos políticos de Tarcísio.
Contexto político e desdobramentos
Durante a conversa, também houve menção à filiação do governador goiano Ronaldo Caiado ao PSD, com expectativa de candidatura própria do partido contra Flávio Bolsonaro. Bolsonaro teria visto de forma positiva essa movimentação, associando-a ao fortalecimento do bloco de direita.
Reações internas
O PSD, representado pelo presidente Kassab, criticou a lealdade de Tarcísio, destacando a necessidade de manter identidade e não se tornar submissivo ao ex-presidente. A avaliação é de que é possível ter gratidão e lealdade sem abrir mão de independência política.
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