- Colunista Letícia Casado afirma que a ligação de Tarcísio de Freitas ao clã Bolsonaro impede o governador de São Paulo de ser visto como liderança nacional independente.
- Mesmo com boa avaliação em São Paulo, ele não se consolidou como alternativa da centro-direita, abrindo espaço para outros nomes.
- A leitura é de que a submissão ao bolsonarismo inviabiliza um projeto presidencial em 2026; há possibilidade de movimento depois das eleições, em 2030.
- O psdista Gilberto Kassab fica frustrado com a falta de iniciativa de Tarcísio, enquanto Ronaldo Caiado ganha espaço dentro do PSD.
- Daniela Lima aponta que a ausência de movimento de Tarcísio reforça a margem de atuação de candidatos de centro-direita que não estão ligados ao bolsonarismo.
A coluna de Letícia Casado no UOL News aponta que a ligação de Tarcísio de Freitas ao grupo ligada a Jair Bolsonaro impede o governador de São Paulo de atuar de forma independente e construir uma identidade nacional. Mesmo com avaliação positiva em São Paulo, ele não conseguiu se posicionar como alternativa centrada na centro-direita, abrindo espaço para outros nomes.
A autora sustenta que o afastamento de Tarcísio do protagonismo nacional o coloca numa posição de dependência do clã Bolsonaro, dificultando um projeto presidencial para 2026. Segundo a visão apresentada, isso também reduz o potencial de coesão entre diferentes campos da direita.
Letícia Casado sustenta ainda que a falta de movimento do governador fortalece nomes do PSD, como Ronaldo Caiado, que vêm ganhando espaço nacional. Com Kassab articulando filiação de Caiado ao partido, o PSD se consolida como uma força federal da centro-direita.
Desdobramentos no espectro da centro-direita
Daniela Lima, também colunista do UOL, destaca que a ausência de ações do Tarcísio é motivo de frustração para Kassab, presidente do PSD. O movimento do partido busca ampliar a amplitude política do governador, dialogando com diferentes correntes.
A análise indica que Tarcísio pode perder protagonismo nacional mesmo mantendo boa performance eleitoral local. Embora possa disputar a reeleição, o texto aponta um cenário em que o bolsonarismo ainda condiciona o espaço de atuação no cenário federal.
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