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Eleições 26: Bolsonaro divide a direita; Lula espera Haddad; Kassab mira 2030

Bolsonaro divide a direita; Lula espera Haddad para o governo de São Paulo, enquanto Kassab mira 2030 e o racha atinge o PL

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Lula e Bolsonaro debatem no segundo turno de 2022. Ex-presidente ainda influi na definição da candidatura conservadora que tenta impedir reeleição do petista
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  • Bolsonaro continua influente na direita, gerando racha entre lideranças locais e nacionais do Partido Liberal, especialmente em Santa Catarina, onde Carluxo pode disputar o Senado.
  • Lula mantém estratégia de reeleição e tenta consolidar Haddad como candidato do PT ao governo de São Paulo, com conversas entre os dois para definir detalhes.
  • PT nacional e a direção estadual divergem sobre a candidatura ao governo paulista, indicando diferentes leituras sobre o melhor nome para a disputa.
  • O colunista Josias de Souza aponta que a atuação de Bolsonaro dentro da Papudinha provoca divisionismo na direita, ajudando o petista no cenário nacional.
  • A movimentação ocorre no intervalo entre festas de fim de ano e Carnaval, com atenções voltadas aos desdobramentos internos dos principais blocos políticos.

No fim do ano, a corrida política permanece ativa. Observadores destacam divisão entre segmentos da direita e expectativa sobre o futuro de nomes que disputam o cenário eleitoral de 2026. Casos recentes apontam mudanças de alianças e estratégias.

Governadores e vereadores mantêm movimentos de alinhamento. Ronaldo Caiado, chefe do governo de Goiás, migrou para o PSD. Em Santa Catarina, o Impasse envolve Carlos Bolsonaro tentando uma candidatura ao Senado, gerando atrito entre lideranças locais e nacionais do PL.

Para o colunista Josias de Souza, Jair Bolsonaro, detido após condenação, continua influente no desenrolar das disputas da direita e já é visto como fator de divisão entre facções conservadoras. O efeito, segundo ele, facilita a atuação de Lula para manter a competitividade do PT.

No âmbito do PT, o partido avalia a viabilidade de lançar Haddad ao governo de São Paulo. O ministro da Fazenda da saída, Fernando Haddad, ainda não confirmou oficialmente a candidatura, e há negociações entre Haddad e Lula para definir a estratégia paulista.

Segundo Fábio Zanini, da Folha de S. Paulo, a direção estadual de São Paulo tende a apoiar candidato de fora do PT para o governo estadual, alimentando divergências com o PT nacional sobre o tema. A disputa interna influencia o alinhamento com o conjunto de alianças nacionais.

Outros leitores políticos destacam a agenda de Kassab, atual presidente do PSD, como foco de discussão para o futuro da direita brasileira, com ênfase no planejamento para 2030. Analistas observam que a trajetória de Kassab pode redefinir o mapa de alianças de centro-direita.

Acompanhe as mudanças para entender como cada movimento pode impactar as candidaturas ao governo estadual e à presidência, com foco na construção de alianças que manteriam ou alterariam o equilíbrio entre as forças políticas.

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