- Bolsonaro continua influente na direita, gerando racha entre lideranças locais e nacionais do Partido Liberal, especialmente em Santa Catarina, onde Carluxo pode disputar o Senado.
- Lula mantém estratégia de reeleição e tenta consolidar Haddad como candidato do PT ao governo de São Paulo, com conversas entre os dois para definir detalhes.
- PT nacional e a direção estadual divergem sobre a candidatura ao governo paulista, indicando diferentes leituras sobre o melhor nome para a disputa.
- O colunista Josias de Souza aponta que a atuação de Bolsonaro dentro da Papudinha provoca divisionismo na direita, ajudando o petista no cenário nacional.
- A movimentação ocorre no intervalo entre festas de fim de ano e Carnaval, com atenções voltadas aos desdobramentos internos dos principais blocos políticos.
No fim do ano, a corrida política permanece ativa. Observadores destacam divisão entre segmentos da direita e expectativa sobre o futuro de nomes que disputam o cenário eleitoral de 2026. Casos recentes apontam mudanças de alianças e estratégias.
Governadores e vereadores mantêm movimentos de alinhamento. Ronaldo Caiado, chefe do governo de Goiás, migrou para o PSD. Em Santa Catarina, o Impasse envolve Carlos Bolsonaro tentando uma candidatura ao Senado, gerando atrito entre lideranças locais e nacionais do PL.
Para o colunista Josias de Souza, Jair Bolsonaro, detido após condenação, continua influente no desenrolar das disputas da direita e já é visto como fator de divisão entre facções conservadoras. O efeito, segundo ele, facilita a atuação de Lula para manter a competitividade do PT.
No âmbito do PT, o partido avalia a viabilidade de lançar Haddad ao governo de São Paulo. O ministro da Fazenda da saída, Fernando Haddad, ainda não confirmou oficialmente a candidatura, e há negociações entre Haddad e Lula para definir a estratégia paulista.
Segundo Fábio Zanini, da Folha de S. Paulo, a direção estadual de São Paulo tende a apoiar candidato de fora do PT para o governo estadual, alimentando divergências com o PT nacional sobre o tema. A disputa interna influencia o alinhamento com o conjunto de alianças nacionais.
Outros leitores políticos destacam a agenda de Kassab, atual presidente do PSD, como foco de discussão para o futuro da direita brasileira, com ênfase no planejamento para 2030. Analistas observam que a trajetória de Kassab pode redefinir o mapa de alianças de centro-direita.
Acompanhe as mudanças para entender como cada movimento pode impactar as candidaturas ao governo estadual e à presidência, com foco na construção de alianças que manteriam ou alterariam o equilíbrio entre as forças políticas.
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