- Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional, foi vista em Fulton County, Geórgia, enquanto agentes do FBI cumpriam uma ordem de busca relacionada às eleições de 2020.
- A operação visava documentos eleitorais de 2020, incluindo cédulas, fitas de tabulação, imagens de votação e registros de eleitores.
- Sensibilidade sobre a presença da funcionária levou a questionamentos de senadores democratas, como Jon Ossoff, sobre os limites do órgão.
- O senador Mark Warner classificou Gabbard como totalmente inadequada para chefiar os serviços de espionagem, citando a visita ao local de um possível raio federal ligado a controvérsias da eleição de 2020.
- Ainda não houve explicação oficial de Gabbard sobre o motivo de sua presença no local; autoridades da Casa Branca teriam indicado que a participação estaria ligada a questões de segurança eleitoral.
Foi registrado que Tulsi Gabbard, diretora de Inteligência Nacional, foi vista em Fulton County, na região de Atlanta, durante a operação do FBI que buscava documentos eleitorais de 2020. A visita ocorreu na manhã de quarta-feira, quando agentes executavam uma ordem de busca relacionada a registros eleitorais, imagens de cédulas e listas de votantes do pleito daquele ano.
Lawmakers democratas questionaram a presença da dirigente do DNI no local. Um senador da Geórgia afirmou que a aparição chamou atenção da opinião pública e pediu apuração rápida para entender se a agência extrapolou seus limites. Outros políticos defenderam a necessidade de transparência sobre o papel da diretoria em operações federais.
O debate ganhou força com a defesa de Gabbard por parte de assessores que ressaltaram sua função na proteção da integridade eleitoral e na cooperação com agências para combater interferência. A exposição pública ocorreu em um centro de eleições ligado ao condado de Fulton, onde há registros de movimentação de caixas com documentos de 2020.
Controvérsia e respostas
Democratas destacaram que a vistoria ocorreu durante uma ação federal, o que motivou cobranças sobre a conformidade com responsabilidades legislativas e de supervisão. Representantes de diferentes estados solicitaram explicações formais ao Departamento de Justiça e ao DNI.
Alguns legisladores de fora da Geórgia cobraram explicações sobre o objetivo da presença de Gabbard, enfatizando a necessidade de esclarecer se a atuação se enquadra no escopo de segurança nacional ou se envolve atividades políticas. A Casa tem recebido pedidos de esclarecimento sobre a participação da autoridade em operações domésticas.
A presidente e o porta-voz do DNI ainda não apresentaram declarações detalhadas sobre o papel específico de Gabbard na operação. Profissionais do governo afirmam que a chefe de Inteligência Nacional desempenha funções ligadas a segurança de eleições e cooperação interagências. A investigação permanece em curso.
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