- Gleisi Hoffmann defende que Haddad dispute a eleição deste ano, seja ao governo de São Paulo ou ao Senado, ressaltando que a definição depende de conversa com Lula.
- Haddad tem mostrado resistência a concorrer, mas é visto pelo PT como o plano A de Lula para o pleito paulista.
- Camilo Santana afirmou que Haddad teve papel importante em 2022 e hoje representa algo “muito maior”, o que torna a decisão coletiva ainda mais relevante.
- Tarcísio de Freitas aparece como favorito nas pesquisas para o governo de São Paulo, segundo levantamento de intenção de voto, e a candidatura de Haddad poderia fortalecer o palanque de Lula no estado.
- Em 2022, Lula perdeu em São Paulo para Jair Bolsonaro por 55% a 45%, mas obteve 11,5 milhões de votos no estado, contribuindo para sua vitória nacional; Márcio França reforçou a importância do pleito paulista, mesmo que a chapa lulista não vença.
O PT intensificou a pressão sobre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para que dispute a eleição deste ano em São Paulo. A Mendela decisão envolve a Articulação Política do governo Lula, com a defesa feita pela ministra Gleisi Hoffmann, ex-presidente do partido. Haddad tem indicado resistência a concorrer.
Gleisi afirmou que todos os quadros do PT devem ir às ruas vestir a camisa e participar da disputa, incluindo Haddad. A definição sobre a candidatura depende de conversas com Lula, segundo a dirigente. A declaração ocorreu em Brasília.
Plano A de Lula
Haddad é apontado como plano A do Lamp para governar São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, diante de uma possível vitória de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Pesquisas indicam o favoritismo do atual governor, mas o cenário pode mudar dependendo das alianças.
Em 2022, Lula teve votação expressiva em São Paulo, embora tenha perdido o estado para Bolsonaro por 55% a 45%. Mesmo assim, obteve cerca de 11,5 milhões de votos no estado, contribuindo para a vitória nacional. A importância paulista é destacada por analistas.
Curas e desdobramentos
Comentários recentes sugerem que a discussão sobre o tema envolve avaliação interna e pressão para manter o palanque petista forte no maior colégio eleitoral. A posição de Haddad pode influenciar conversas com lideranças regionais e possíveis alianças.
Além disso, o ministro Márcio França, do PSB, afirmou em entrevista à CartaCapital a importância estratégica de São Paulo para a coalizão de Lula, destacando que o resultado pode ter impacto significativo no cenário nacional, independentemente do desfecho.
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