- O PSD sinaliza mudanças para turbinar a centro-direita e pode atrapalhar palanques estaduais.
- A estratégia envolve apostar em nomes alternativos, apresentados como “pós-bolsonarismo”.
- Nos bastidores, a leitura é de que Kassab aposta que Tarcísio não será candidato.
- A movimentação visa reorganizar alianças e influenciar o cenário eleitoral em estados.
O PSD avança na reconfiguração do centro-direita, buscando nomes alternativos embalados como pós-bolsonarismo. A ideia é fortalecer esse campo nos palanques estaduais, com leitura de campo bem definida nos bastidores.
Segundo interlocutores, a estratégia envolve ampliar a influência de nomes que fiquem fora do eixo tradicional, ampliando o leque de alianças e mensagens para o eleitorado.
Nos bastidores, a leitura é de que Kassab aposta que Tarcísio não será candidato. A aposta busca abrir espaço para novas candidaturas dentro do espectro de centro-direita.
Nomes e estratégia
- A manobra contempla incorporar candidatos de perfil reformista, alinhados com o discurso de pós-bolsonarismo.
- O objetivo é coordenar ações regionais para evitar forte dispersão de votos nas disputas estaduais.
- A direção do PSD sustenta que o recorte pode atrair eleitores que buscam alternativas fora das lideranças tradicionais.
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