- Congresso Nacional retoma atividades na segunda-feira dois de fevereiro, em meio a investigações do caso Master e ao calendário eleitoral.
- Nesta quarta-feira, ocorre reunião de líderes da Câmara na casa do presidente da Câmara, Hugo Motta.
- O tema do Master deve ganhar o ambiente legislativo, com a criação de três CPIs: uma mista (Câmara e Senado), uma ligada ao Senado e outra à Câmara; instalação depende de Davi Alcolumbre e Hugo Motta.
- A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado criou um grupo de trabalho sobre o caso Master, com instalação prevista para quatro de fevereiro.
- Também deve avançar a pauta da tecnologia de trabalho 6×1, com propostas para reduzir para trinta e seis horas semanais; há resistência entre oposição e base governista e os textos ainda não foram votados nos plenários.
Os trabalhos do Congresso Nacional recomeçam na segunda-feira, 2 de fevereiro, sob o impacto das investigações do caso Banco Master e da proximidade do calendário eleitoral. A agenda deve influenciar o ritmo das votações neste semestre, com prioridade a temas de interesse público.
Nesta quarta, líderes da Câmara devem se reunir na casa do presidente Hugo Motta, em meio a disputas internas sobre a instalação de comissões de inquérito. O caso Master permanece no centro das atenções de deputados e senadores, com desdobramentos esperados tanto no campo judicial quanto no legislativo.
Parlamentares da oposição já sinalizam que vão explorar o tema como pressão política, mesmo com resistências internas à criação de novas CPIs. Grupos internos defendem cautela diante do momento eleitoral e das possíveis consequências para a pauta.
Comissões e desdobramentos
Mesmo com o recesso, houve articulação para criar três CPIs sobre o Banco Master: uma mista, outra ligada ao Senado e outra à Câmara. A instalação depende dos presidentes Davi Alcolumbre e Hugo Motta.
Defensores dos pedidos apontam que parte dos parlamentares resiste à instalação das CPIs, o que pode retardar os trabalhos. A avaliação é de que o tema manterá sua relevância nos próximos meses.
A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado criou um grupo de trabalho para acompanhar o caso Master, com previsão de instalação para 4 de fevereiro. O objetivo é consolidar informações e orientar a pauta legislativa.
Agenda econômica e trabalhista
O acordo sobre o Banco Master envolve redução gradual de tarifas no comércio entre blocos, além de regras comuns para setores industriais, agrícolas e de investimentos. A ratificação depende dos parlamentos dos países envolvidos.
Outra frente relevante é a discussão sobre o fim da escala de trabalho 6×1. Propostas para reduzir a jornada de 44 para 36 horas semanais avançaram no Senado, mas enfrentam resistência entre aliados e oposição.
O tema já foi pautado no Congresso, porém ainda não chegou aos plenários. Analistas apontam impactos econômicos e administrativos que precisam ser avaliados antes de qualquer votação.
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