- Figuras conservadoras, como Riley Gaines e Allie Beth Stuckey, estimulam seguidores a não sentir empatia pelas vítimas da ofensiva do ICE e a manter o julgamento crítico.
- Liam Ramos, garoto de cinco anos, foi levado por agentes do ICE em Minneapolis; autoridades disseram que o pai foi abandonado, mas testemunhas e a escola afirmam que o pai estava detido e que a operação usou a criança como isca.
- Gaines afirmou agradecer aos agentes do ICE, dizendo que não abandonariam o garoto, enquanto repetia o pedido para não se sentir compadecido com as vítimas.
- Stuckey e outras vozes da chamada “womanosphere” dizem que a empatia pode tornar cristãos vulneráveis e que mensagens emocionais desviam o foco da própria objetividade.
- Uma pesquisa do Economist, citada pela imprensa, mostrou que o apoio à abolição do ICE entre republicanos subiu de 15% para 19% no dia da morte de Pretti, indicando dissidência crescente no campo conservador.
Riley Gaines, conhecida ex-nadadora universitária e ativista anti-trans, pede que fiquem atentos à empatia pelas vítimas das ações do ICE. Ela relaciona maternidade e feminilidade à sua marca e afirmou não ter simpatia com famílias alvo da operação.
No fim de semana, Gaines abordou um caso que repercute nos EUA: Liam Ramos, um menino de cinco anos levado por agentes do ICE da varanda de casa em Minneapolis. A imagem do garoto em roupas de inverno gerou forte indignação.
Segundo Gaines, houve reconhecimento aos agentes do ICE sem considerar o impacto humano do caso. Ela afirmou agradecer a atuação policial sem abandonar a criança, sem discutir o papel de familiares detidos pela agência.
Gaines reforçou para seus seguidores o alerta para não permitir que a compaixão ofusque o pensamento crítico. Também citou outros casos envolvendo famílias associadas à violência do ICE.
A chamada à empatia é citada pela comunidade conhecida como womanosphere, um grupo conservador cristão que critica o feminismo e defende uma visão de gênero mais rígida. Eles apoiam a linha dura do ICE conforme a narrativa oficial.
Allie Beth Stuckey, outra figura conservadora, criticou o que chama de mensagens emotivas usadas pela imprensa. Ela disse que há manipulação de imagens envolvendo Liam, Pretti e Good para influenciar a opinião pública.
Stuckey tem defendido que a empatia pode enfraquecer a objetividade cristã. Em entrevistas, ela argumenta que a compaixão mal direcionada pode favorecer narrativas progressistas.
Alguns analistas já destacam sinais de cansaço dentro do grupo com as ações em Minneapolis. Pesquisadores de estudo sobre influenciadores conservadores observam pressão para revisar posições diante dos acontecimentos.
Diversos integrantes do movimento comentaram que houve desvio de opinião entre apoiadores do ICE. Pesquisas indicam queda leve na adesão entre setores republicanos após o caso em Minneapolis.
Haley Williams, influenciadora cristã, publicou conteúdos que sugerem reduzir o engajamento com temas políticos, sugerindo foco em atividades pessoais. A mensagem foi recebida com críticas por parte de quem apoia ações de protesto.
Especialistas destacam que a disseminação de mensagens complexas pode dificultar a leitura dos fatos. A pesquisa aponta que parte do público pode desconstruir posições conservadoras diante de novas informações.
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