- Lula afirmou que deve viajar a Washington em março para se encontrar com o presidente Donald Trump, para conversar olho no olho.
- O objetivo é retomar a “normalidade” nas relações Brasil–Estados Unidos e estimular o crescimento das duas economias.
- A conversa de ontem entre Lula e Trump por telefone tratou do fortalecimento das relações bilaterais.
- Segundo o Planalto, os dois destacaram indicadores econômicos favoráveis para Brasil e Estados Unidos; Trump disse que o crescimento de ambos é positivo para a região.
- Também foram discutidos combate ao crime organizado, com foco em repressão à lavagem de dinheiro, tráfico de armas, congelamento de ativos e intercâmbio de dados financeiros, recebendo implementação positiva por Trump.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que planeja viajar aos Estados Unidos em março para se encontrar com o presidente Donald Trump. A declaração foi feita na chegada ao Panamá, onde Lula participa do Fórum Econômico Internacional da América Latina. Segundo ele, é essencial que os dois chefes de Estado conversem pessoalmente para fortalecer as relações entre Brasil e Estados Unidos e buscar uma retomada da normalidade entre as nações.
A Agência Brasileira de assessoria ressaltou que o objetivo é ampliar a cooperação entre os dois países e estimular o crescimento econômico regional. Lula mencionou que o diálogo inclui discutir indicadores econômicos de ambas as nações, com perspectivas consideradas positivas para as economias brasileira e norte-americana.
Na véspera, o presidente brasileiro informou ter mantido contato telefônico com Trump. As tratativas, segundo o Planalto, foram sobre o fortalecimento das relações bilaterais e, ainda, sobre medidas de combate ao crime organizado. O governo destacou que houve alinhamento em várias frentes, inclusive no combate à lavagem de dinheiro, ao tráfico de armas e na cooperação para congelamento de ativos de grupos criminosos.
Plano para março e cooperação bilateral
A conversa por telefone também abordou o intercâmbio de informações sobre transações financeiras entre Brasil e EUA. Ainda de acordo com o Planalto, Trump reconheceu impactos positivos do crescimento conjunto para a região. A agenda de março incluiria encontros entre representantes de alto nível para detalhar ações de cooperação econômica.
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