- A GMB enfrenta novo abalo após duas integrantes da liderança sênior denunciarem conduta interna; uma foi demitida por supostos comentários racistas após apresentar queixa de bullying e assédio.
- A ex-funcionária afirma que a demissão foi retaliação ligada às queixas; a GMB afirma que a demissão ocorreu por racismo e que as acusações de bullying não foram comprovadas.
- A segunda funcionária, ainda empregada, está afastada por doença e informou ao conselho executivo interna sobre bullying e assédio; a sindicato disse que as acusações não foram substanciadas após investigação.
- A GMB acionou o tribunal para exigir a devolução de cerca de 700 documentos retidos pela ex-funcionária, após ação legal.
- O caso ocorre às vésperas das eleições de maio para o cargo de secretário-geral, com Gary Smith enfrentando possíveis challengers.
A entidade sindical GMB enfrenta nova turbulência após dois relatos de funcionárias da alta liderança. Umaоск funcionária foi desligada por alegados comentários racistas, após ter apresentado queixas de bullying e assédio. Outra, ainda empregada, relatou assédio e saiu adoentada. A direção afirma que as acusações contrariam os fatos do caso.
A instituição afirma que o desligamento da primeira funcionária ocorreu por quebra de confiança, ligada a uma denúncia de racismo. A defesa ressalta que as queixas de bullying não foram comprovadas após investigações. Já a segunda funcionária teria tido as acusações apuradas, sem comprovação de irregularidades.
O caso ocorre próximo ao período eleitoral da entidade, com perspectiva de eleição do secretário-geral em maio. Gary Smith enfrenta possível disputa interna, e já houve convites para concorrentes antes do recesso de fim de ano. A disputa interna ganha repercussão enquanto a GMB tenta consolidar sua cultura após críticas históricas.
Contexto e resposta institucional
A GMB é uma das maiores doadoras do Labour, com membros relevantes como Keir Starmer e Rachel Reeves. Em 2020, relatório independente classificou a GMB como institucionalmente sexista, o que impulsionou políticas antiassédio.
A imprensa apurou que uma primeira funcionária foi desligada após investigação por conduta considerada racista. A GMB disse que as queixas de bullying apresentadas por ela não foram comprovadas. A segunda funcionária, que continua empregada, alegou bullying supervisionado por líderes, mas a avaliação interna não confirmou irregularidades.
A direção informou que houve ação judicial para devolução de documentos, após a funcionária ter retido cerca de 700 arquivos. A GMB afirmou que a devolução ocorreu durante ação legal e que as denúncias de discriminação não passaram de investigações arquivadas.
Monaghan e cultura interna
O histórico de denúncias de misoginia continua a orientar debates internos. A revisão conduzida pela advogada Karón Monaghan indicou que apenas parte das recomendações foi plenamente implementada após cinco anos. A GMB informou que grupos de trabalho seguem para finalizar as medidas pendentes.
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