- Carlos Bolsonaro afirmou, via X, ter sido barrado na visita ao pai, ex-presidente Jair Bolsonaro, após cirurgia; a PF permite visitas apenas às terças e quintas, das 9h às 11h.
- Moraes dispensou a exigência de pedidos individuais para familiares, mas não houve exceção prática na PF; alguns pedidos ainda não foram apreciados.
- Jair Bolsonaro está preso desde 22 de novembro de 2025, saiu da prisão em 24 de dezembro para a cirurgia e voltou ao cárcere no dia 1º de janeiro de 2026.
- Durante a internação, o ex-presidente fez cirurgia de hérnia inguinal bilateral e tratamento para soluços; cardiologista e fisioterapeuta foram autorizados por Moraes a atendê-lo na prisão, sem prisão domiciliar.
- A pena fixada é de 27 anos e três meses; projeto de dosimetria pode reduzir para dois anos e quatro meses, mas o presidente Lula deve vetar integralmente; o relator Paulinho da Força deve visitar Collor em prisão domiciliar após aval de Moraes.
Carlos Bolsonaro afirmou, via X, que foi impedido de visitar o pai, Jair Bolsonaro, durante o pós-operatório. O ex-presidente deixou o DF Star em 1º de janeiro e retornou à prisão após a cirurgia. A Polícia Federal (PF) mantém o calendário de visitas, sem exceções, para presos no regime de custódia.
Entre os envolvidos estão Carlos Bolsonaro, o ex-presidente Jair Bolsonaroe o superintendente da PF em Brasília. Moraes autorizou atendimento médico contínuo na prisão, com cardiologista e fisioterapeuta. A decisão mantém as visitas apenas às terças e quintas, das 9h às 11h.
Jair Bolsonaro estava preso desde 22 de novembro de 2025. Saiu em 24 de dezembro para operar uma hérnia inguinal bilateral e tratar soluços; recebeu alta em 1º de janeiro de 2026. A PF diz que a visita é regida por regras estabelecidas e que pedidos de familiares devem passar por protocolo, ainda que haja atenção à saúde do preso.
Situação de saúde e regras de visitas
A defesa do ex-presidente reforça que há condições médicas que justificariam maior flexibilização, mas a PF sustenta o cumprimento do cronograma. Moraes, ao permitir atendimento médico autorizado, mantém a posição de que não há prisão domiciliar humanitária no caso de Bolsonaro.
Citado como referência, o ministro também tem defendido que a instituição tem condições operacionais para assistência médica contínua. Em paralelo, o debate sobre benefícios a outros ex-presidentes segue com оa discussão sobre a possibilidade de medida diferenciada para casos de saúde grave.
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