- A junta militar de Myanmar anunciou a libertação de 6.186 prisioneiros em amnistia de Dia da Independência, divulgada pela imprensa estatal, uma semana após o início de uma eleição em várias etapas.
- A amnistia inclui 52 estrangeiros e a medida prevê a redução de sentenças em um sexto em todo o país, exceto para crimes graves como assassinato, estupro, terrorismo, corrupção e crimes com armas ou drogas.
- Ainda não ficou claro se algum prisioneiro político será libertado.
- Myanmar permanece em conflito desde o golpe de 2021, com prisões políticas em massa e insurgência armada generalizada; Aung San Suu Kyi cumpre 27 anos de prisão.
- Grupos de resistência e exércitos étnicos lutam contra o regime em grande parte do território, levando milhões a deixarem suas casas.
Myanmar anunciou a libertação de 6.186 prisioneiros em uma amnistia de Dia da Independência, divulgou a mídia estatal neste sábado, uma semana após o início de uma eleição de várias etapas. A medida inclui 52 estrangeiros e reduz as penas em um terço, segundo a MRTV.
A amnistia é descrita como um gesto humanitário para acalmar o público, mas não deixou claro se houve liberação de detidos políticos. A Mongólia não, mas o texto refere-se ao Myanmar. (Nota: manter claro que não houve confirmação sobre políticos liberados.)
A junta também reduziu as sentenças em um sexto no país, excetuando crimes graves como homicídio, estupro, terrorismo, corrupção e crimes relacionados a armas ou drogas. Não houve confirmação imediata sobre libertação de opositores políticos.
Myanmar vive um contexto de instabilidade desde o golpe de 2021, com dezenas de milhares detidos e conflitos armados em várias regiões. A Nobel da paz Aung San Suu Kyi permanece presa, em meio a críticas internacionais.
Subtítulo: Liberação de prisioneiros e impactos
A primeira rodada das eleições, ocorrida no fim de semana passado, gerou críticas de opositores, ONU e governos ocidentais, que consideraram o pleito como inadequado para a transição democrática. Diversos grupos resistem à junta.
Subtítulo: Contexto atual
A violência e deslocamentos continuam, com estimativas apontando milhões afetados por violência e crise humanitária. Organizações de direitos humanos monitoram o andamento do processo político desde 2021.
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