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Albanese pede transição pacífica e democrática de poder na Venezuela após captura de Maduro

Após a captura de Nicolás Maduro pelos EUA, aliados defendem transição democrática pacífica e respeito ao direito internacional para evitar escalada regional

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
In a cautious statement, Anthony Albanese said his government was ‘monitoring developments’ after Venezuela’s president and his wife were captured and transported to the US.
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  • Militares dos EUA capturaram Nicolás Maduro e a esposa na capital venezuelana e os levaram para Nova York.
  • Surgem negociações sobre uma transição democrática, com suporte à legalidade e ao diálogo para refletir a vontade do povo venezuelano.
  • O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou apoio a uma transição pacífica e democrática, e pediu respeito ao direito internacional.
  • O premiê britânico, Keir Starmer, disse que o Reino Unido apoiará uma transição de poder e não reconhece Maduro como legítimo, destacando o respeito ao direito internacional.
  • O Canadá reiterou não reconhecer a legitimidade do regime e pediu respeito ao direito internacional, apoiando o povo venezuelano em busca de uma sociedade estável e democrática.

Os EUA realizaram uma operação militar em Caracas na madrugada de sábado, resultando na captura de Nicolás Maduro e de sua esposa. O casal foi levado para Nova York, segundo informações oficiais norte-americanas. A ação é apresentada como parte de investigações sobre tráfico de drogas e armas.

As autoridades venezuelanas não divulgaram detalhes sobre o estado de controle no país após o ocorrido. A vice‑presidente Delcy Rodríguez apareceu em transmissão pública afirmando que Maduro continua como presidente, enquanto o governo dos EUA sinaliza que fará uso da justiça norte‑americana contra os acusados.

Reação internacional

Em Canberra, o primeiro-ministro Anthony Albanese informou apoio a uma transição pacífica e democrática, destacando o respeito ao direito internacional e a necessidade de evitar escaladas. O governo australiano também recomenda cuidado para cidadãos no país e segue monitorando a situação.

No Reino Unido, o premiê Keir Starmer afirmou que não apoiaria o regime de Maduro e reiterou o interesse em uma transição de poder que reflita a vontade do povo venezuelano, mantendo diálogo com aliados para encaminhar um caminho legítimo. O Canadá também condicionou reconhecimento à legitimidade do governo venezuelano, defendendo o respeito ao direito internacional e a vontade popular.

Contexto regional

O Conselho de Segurança da ONU deveria se reunir para discutir a situação. A comunidade internacional tem observado o desenrolar das ações e os caminhos para uma transição democrática na Venezuela, com ênfase na legalidade e na proteção aos direitos humanos.

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