- O ex-ministro Geddel Vieira Lima registrou queixa à polícia após ser agredido com mata-leão durante a festa de Réveillon no condomínio Interlagos, em Camaçari, Bahia.
- A vítima disse que o agressor foi imobilizado por trás e proferiu que “política tem que morrer”.
- Ele afirmou que acredita ter sido convidado por algum morador e que, por isso, vai precisar andar com segurança no local, onde frequenta há 30 anos.
- O histórico de Geddel envolve o caso do “bunker” com R$ 51 milhões: condenado em 2019 pelo STF a 14 anos e 10 meses, mas a condenação foi anulada em 2020; liberdade condicional foi concedida em 2022.
- O episódio reforça a necessidade de reforço de segurança para o ex-ministro.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima declarou ter registrado um boletim de ocorrência após ser agredido durante uma festa de Réveillon no condomínio de luxo Interlagos, em Camaçari (BA). A agressão foi descrita como um mata-leão, cometida por um homem que, segundo ele, pode ter sido convidado por algum morador.
A vítima estava acompanhada pela família quando o ataque ocorreu. Geddel procurou o síndico do condomínio e acionou a polícia. Ele afirmou que precisa administrar a segurança devido à suspeita de que o agressor fosse convidado de alguém que frequenta o local há décadas.
Essa ocorrência coincide com o histórico do ex-ministro, ligado ao caso do “bunker” com R$ 51 milhões e preso em 2017. Em 2019, o STF o condenou por lavagem de dinheiro e associação criminosa; a condenação foi anulada em 2020 e ele recebeu liberdade condicional em 2022.
Segundo a imprensa, imagens do episódio foram divulgadas pela coluna de Igor Gadelha, do portal Metrópoles, na sexta-feira. O caso reforça a necessidade de reforço na segurança de Geddel e de seus familiares em eventos públicos.
Contexto: o chamado “bunker” foi localizado em 2017, com R$ 51 milhões. A Justiça o condenou em 2019, mas a decisão foi anulada em 2020 pela Segunda Turma do STF. A liberdade condicional foi concedida em 2022 pelo ministro Edson Fachin.
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