- A The Economist publicou editorial questionando a idade de Lula (80) para a reeleição em 2026, destacando possíveis riscos.
- Gleisi Hofmann escreveu no X defendendo Lula e chamando a revista de “revista do sistema financeiro global”; afirmou preferência por Tarcísio de Freitas.
- O texto da The Economist também mencionou que Lula estaria “sobrecarregado pelos escândalos de corrupção” dos seus dois primeiros mandatos.
- Gleisi afirmou que o verdadeiro risco é a continuidade de um governo que retomou o crescimento do Brasil e combate injustiças tributárias e sociais.
A ministra Gleisi Hoffmann reagiu nesta quarta-feira (31) à edição da revista The Economist, que questionou a idade de Lula para a reeleição em 2026. A manifestação aconteceu via X, rede social, destacando a defesa ao petista e a oposição à publicação.
Gleisi afirmou que o maior risco para Lula não é a idade, mas a continuidade de um governo que, segundo ela, retomou o crescimento do Brasil e enfrenta injustiça tributária e social. Ela chamou The Economist de “revista do sistema financeiro global”.
Ela disse ainda que prefere Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, porque, segundo a ministra, os interesses dele não são do país nem do povo brasileiro. A fala reforça a disputa interna sobre apoios e escolhas político-eleitorais.
Contexto do Editorial
A The Economist sustenta que Lula, aos 80 anos, estaria acima da idade recomendada para liderar um quarto mandato em 2026 e cita casos de corrupção ligados aos seus governos anteriores. O texto também aponta possível declínio cognitivo como fator relevante.
A publicação ressalta que Lula estaria sobrecarregado por escândalos envolvendo seus dois primeiros mandatos, destacando o aspecto da idade em comparação com outros líderes. A matéria deixa claro o tom crítico ao modelo político do petista.
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