- O Progressistas avalia romper com o governador Tarcísio de Freitas e lançar candidatura própria a governador de São Paulo em 2026, citando descontentamento de prefeitos e distância do governo.
- Entre os nomes cogitados para a chapa aparecem Filipe Sabará, ex-secretário estadual, aliado de Flávio Bolsonaro, e Ricardo Salles, deputado federal e pré-candidato ao Senado.
- A insatisfação de lideranças municipais com Tarcísio já foi confirmada por interlocutores do governador ao Broadcast Político; o PP tem cinquenta e quatro prefeitos no estado.
- A avaliação interna aponta que o apoio público de Tarcísio ao projeto majoritário é insuficiente para viabilizar as chapas na Câmara dos Deputados e na Assembleia, principalmente se Derrite entrar como senador.
- Derrite, ex-secretário de Segurança Pública, é visto como peça central da estratégia e retornou ao PP neste ano após passagem pelo PL.
O PP avalia romper com o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, para lançar candidatura própria ao Palácio dos Bandeirantes em 2026. A motivação central é o descontentamento de prefeitos da sigla e a percepção de distanciamento do governo estadual.
Lideranças do PP sugerem nomes para uma eventual candidatura própria, entre eles Filipe Sabará, ex-secretário de Doria e aliado de Flávio Bolsonaro. Sabará tem participado de reuniões com empresários paulistas para viabilizar a presença do projeto bolsonarista no pleito.
Ricardo Salles, ex-ministro do Meio Ambiente, também aparece entre as opções. A estratégia interna aponta insatisfação com o apoio público de Tarcísio e com o alinhamento ao projeto do PP no âmbito estadual.
Desempenho e estratégia do partido
A avaliação interna ressalta que a popularidade de Flávio Bolsonaro ao Planalto influencia as táticas no estado. A sigla vê dificuldades de consolidar chapas sem um governador alinhado ao projeto nacional.
O PP aponta que o apoio efetivo de Tarcísio ao pleito majoritário é insuficiente. Derrite, ex-secretário de Segurança Pública, é citado como figura-chave na estratégia para 2026, com forte base na família Bolsonaro.
Derrite retornou ao PP em 2023 depois de passagem pela Câmara. Ele continua a relatar a PEC da Segurança Pública e busca consolidar sua candidatura ao Senado, com apoio de líderes bolsonaristas no estado.
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