- Campanha de boicote às Havaianas ganha impulso após o anúncio de Fernanda Torres no comercial que convida a começar 2026 “com os dois pés”.
- Eduardo Bolsonaro publicou vídeo em que joga as sandálias no lixo, dizendo que as Havaianas teriam escolhido como porta-voz alguém “openly leftwing”.
- A escolha de Torres desencadeou críticas e debates sobre a relação entre a marca e símbolos nacionais, com relatos de apoio e zombarias entre diferentes lados.
- O primeiro dia de boicote foi responsável por uma queda de cerca de £ 20 milhões no valor de mercado da empresa.
- Nem Fernanda Torres nem a marca comentaram publicamente sobre a controvérsia até o momento.
O apoio de setores da direita a símbolos considerados progressistas ganhou força após o anúncio de uma campanha de boicote a Havaianas. A ofensiva ganhou contornos após Fernanda Torres participar de um comercial que sugere começar 2026 “com os dois pés”. O episódio ocorre em meio a disputas entre grupos de direita e esquerda no Brasil.
Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente preso, publicou um vídeo em que joga as sandálias no lixo, ao identificar a marca como associada a uma figura tida como de esquerda. Em sua fala, ele critica a escolha de Fernanda Torres como porta-voz do produto nacional. Torres e a marca não se pronunciaram.
O boicote teve impactos financeiros imediatos: estima-se que o valor de mercado da empresa tenha recuado em torno de £20 milhões no primeiro dia. A reação variou na esfera pública, com apoiadores de Bolsonaro promovendo doações de sandálias e críticos ironizando a campanha.
A controvérsia reacende debates sobre símbolos nacionais e posicionamentos políticos durante o atual embate entre direita e esquerda. Observadores apontam que episódios semelhantes já ocorreram em outras ações de boicote no cenário internacional.
A história se conecta a consequências jurídicas envolvendo Bolsonaro, que foi condenado por planejar um golpe e cumpre pena, além de disputas diplomáticas com apoiadores no exterior. O tema continua a render discussões sobre o papel de símbolos em campanhas políticas.
Mudanças de tema relevantes
O episódio envolve o uso de uma marca popular como campo de batalha político, com reações diversas e sem respostas oficiais de Fernanda Torres ou da empresa. A narrativa atual privilegia o registro factual dos acontecimentos e das mudanças no cenário público.
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