- O governo federal aprovou nesta segunda-feira, 15, o Plano Clima, ferramenta para orientar, implementar e monitorar ações de redução de emissões de gases do efeito estufa.
- O plano é desdobramento da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), chefiada pelo Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de zerar as emissões de CO₂ até 2050 e promover adaptação.
- O documento transforma as metas da Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), apresentada na COP29, em Baku, em ações concretas até 2035 e além.
- O foco é mitigação e adaptação para preparar o Brasil diante da crise climática, incluindo calor extremo, tempestades e escassez de água.
- A Organização das Nações Unidas aponta impactos como aumento do calor, eventos climáticos mais severos, menor disponibilidade de água e efeito sobre a saúde pública.
O governo federal aprovou nesta segunda-feira o Plano Clima, ferramenta que transforma as metas da NDC em ações concretas. O objetivo é reduzir as emissões de gases do efeito estufa e promover a adaptação aos impactos das mudanças climáticas até 2035. O plano surge como desdobramento da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente.
O documento detalha medidas de mitigação e adaptação para reduzir significativamente as emissões até 2035 e preparar o Brasil para futuras alterações climáticas. A aprovação ocorre em meio a metas apresentadas pela NDC, anunciadas na COP29, em Baku, no Azerbaijão, em 2024.
O Plano Clima visa tornar tangíveis as metas da NDC, com estratégias de curto, médio e longo prazo. Entre os objetivos está zerar as emissões de CO2 até 2050, mantendo foco na resiliência de setores sensíveis a eventos climáticos extremos.
Segundo a própria divulgação oficial, o plano contempla ações para enfrentar calor extremo, tempestades mais intensas e menor disponibilidade de água. A iniciativa também aponta desafios para a saúde pública diante da mudança dos padrões climáticos.
Aprovação e objetivos
- Elemento: Plano Clima aprovado pelo governo federal para orientar ações nacionais.
- A partir de agora, estados e municípios deverão alinhar estratégias locais às metas definidas.
- A coordenação fica a cargo do Ministério do Meio Ambiente, com participação de outros órgãos setoriais.
Entre na conversa da comunidade