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Ataque em Bondi Beach leva PM e premier a prometer mudanças na lei de armas após 15 mortes

Ataque em Bondi, na primeira noite de Hanucá, deixa quinze mortos; Sajid e Naveed Akram identificados como atiradores, governo promete leis de armas mais restritivas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Bondi beach was closed on Monday after a terror attack in which at least 15 people were killed.
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  • No domingo, ataque em Bondi Beach deixou pelo menos quinze mortos, incluindo uma criança, na primeira noite de Hanucá.
  • Sajid Akram, cinquenta anos, e o filho Naveed Akram, vinte e quatro, são apontados como atiradores; o pai foi morto pela polícia no local e o filho ficou gravemente ferido.
  • O primeiro-ministro Anthony Albanese prometeu leis de controle de armas mais rígidas, incluindo revisão de licenças e limites de armas, buscando maior uniformidade entre estados e territórios.
  • O governo australiano garantirá apoio a vítimas, financiamento para segurancas de organizações judaicas e suporte de visto para parentes que estiverem no exterior.
  • As autoridades informaram que quatorze pessoas morreram no local e duas morreram no hospital; cerca de quarenta ficaram feridas, com várias em estado crítico.

O ataque em Bondi, na primeira noite do Hanucá, deixou pelo menos 15 mortos na praia de Bondi, em Sydney. O episódio foi marcado pela ação de dois atiradores, um pai e um filho, que feriram outras pessoas antes de uma resposta policial. O homem mais velho morreu no local; o filho ficou gravemente ferido sob escolta policial. A tragédia ocorreu no dia 1º de Hanucá.

Autoridades identificaram Sajid Akram, 50 anos, e Naveed Akram, 24 anos, como os suspeitos. O pai chegou ao local com a família no passado recente, e o filho era cidadão australiano nascido no país. A polícia informou que não busca um terceiro atirador e que 14 pessoas morreram no local, com duas a menos pessoas falecendo no hospital. Ao todo, 40 ficaram feridas, entre elas uma criança de 10 anos.

O governo australiano prometeu endurecer a legislação de armas. O primeiro-ministro Anthony Albanese afirmou que planeja apresentar propostas de controle mais rígido em reunião de gabinete com líderes estaduais e territoriais. As medidas incluem limitar o número de armas por pessoa e auditar licenças já existentes. O objetivo é aumentar a uniformidade entre estados e territórios.

O premiê destacou que reformas de 1996, após o massacre de Port Arthur, tiveram impacto, mas podem receber novas medidas mais restritivas. Além de mudanças na lei, o governo confirmou extensão de recursos para organizações judaicas e apoio financeiro para funerais e vistos de familiares no exterior. A premiê de NSW, Kristina Keneally, reforçou a necessidade de reforço normativo e avaliou a possibilidade de convocar o parlamento para revisar as leis.

O caso reacendeu debates sobre segurança comunitária e antissemitismo. A direção da Federação Judaica de NSW informou que várias famílias foram impactadas e que houve mobilização para doações de sangue. O rabino Eli Schlanger, de Bondi, e um sobrevivente ucraniano da Shoá estavam entre as vítimas, segundo informações oficiais.

Ainda segundo autoridades, 27 pessoas permaneciam em atendimento em oito hospitais, com seis em estado crítico. O incidente ocorreu em uma área popular de lazer, onde eventos religiosos foram interrompidos para luto público. As investigações continuam para esclarecer motivações e eventuais ligações entre os suspeitos e grupos extremistas.

O primeiro-ministro e o líder da oposição visitaram Bondi na manhã seguinte ao ataque, sinalizando apoio à comunidade local. Representantes de organizações judaicas chamaram a atenção para o aumento de incidentes de ódio e demandaram respostas consistentes do governo para coibir antissemitismo e violência.

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