- A sabatina de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal foi adiada para dois mil e vinte e seis, após desentendimentos entre o presidente do Senado e o governo.
- Lula não enviou a mensagem oficial ao Senado, considerado ato de retaliação, provocando revolta de Davi Alcolumbre, que afirmou pautar a sabatina em momento oportuno.
- O governo criticou a politização das indicações a cortes superiores; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a indicação depende do Executivo e a sabatina, do Senado, sem politização.
- A data escolhida para a sabatina foi 10 de dezembro, o que contribuiu para o atrito e o adiamento para dois mil e vinte e seis.
- Haddad sinalizou disposição de ajudar na campanha de Lula, mas disse não pretender concorrer em dois mil e vinte e seis; o PT avalia manter Haddad contribuindo, sem confirmar candidatura.
A sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, prevista para ser indicada ao STF, foi adiada para 2026. O atraso ocorreu após desentendimentos entre o presidente do Senado e o governo, com Lula não encaminhando a mensagem oficial.
A tensão envolve a forma de indicação, o papel do Senado na sabatina e as negociações entre Lula, Davi Alcolumbre e Messias. A data de 10 de dezembro foi interpretada pelo governo como sinal de retaliação, levando ao adiamento formal.
Fernando Haddad criticou a politização das indicações a cortes superiores e pediu encaminhamento técnico do processo. O ministro da Economia lembra que a escolha envolve esforço institucional e não deve virar embate midiático.
Alcolumbre disse ter tomado ciência das manifestações do indicado e afirmou que pautaria a sabatina no momento oportuno. O governo entende que houve desgaste por atraso na tramitação e pela ausência de protocolo oficial.
Haddad sinalizou disposição de colaborar com a campanha de Lula, sem confirmar candidatura própria. O ministro reforçou que não pretende concorrer em 2026, mas quer contribuir para o programa de governo e a organização da campanha.
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