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Boulos critica Motta, mas evita falar sobre renúncia

Boulos critica a condução da Câmara após a dosimetria; não endossa a renúncia de Motta e aponta coincidência com a aprovação da “anistia envergonhada”

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Guilherme Boulos e Hugo Motta. (Foto: Mário Agra/Câmara; Bruno Spada/Câmara)
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  • O ministro Guilherme Boulos não comentou a defesa de renúncia do presidente da Câmara, Hugo Motta, e disse que, hoje, é deputado licenciado e responde pelo governo.
  • Criticou a condução da Câmara após a aprovação do PL da dosimetria, dizendo que é um erro grave e que a Casa parece afastada do povo.
  • Observou que a “anistia envergonhada” foi aprovada no mesmo dia de episódios envolvendo Glauber Braga e jornalistas, com controvérsia na Mesa.
  • Lembrou a ocupação das mesas da Câmara e do Senado por oposicionistas após a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro; Glauber Braga foi retirado pela Polícia Legislativa e recebeu suspensão de seis meses.
  • Três deputados de oposição enfrentam processos no Conselho de Ética por participação na ocupação: Marcel Van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão.

O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, não comentou a defesa de renúncia do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), feita por Lindbergh Farias (PT). Em entrevista, Boulos disse que representa o governo e que é ele quem responde pela instituição.

Apesar de não endossar o protesto de Lindbergh, Boulos criticou a condução da Câmara após a aprovação do PL da dosimetria. Afirmou que o uso da pauta e o caminho seguido representam um erro grave para a relação entre o Legislativo e o país.

Ele lembrou que a mesma semana trouxe episódios de agressões a jornalistas, envolvendo Glauber Braga (PSOL-RJ) e parlamentares, que coincidiu com a aprovação da chamada anistia envergonhada. Boulos disse que houve tratamento diferente a determinados atos na Câmara.

Contexto e desdobramentos

Braga se recusou a ceder a cadeira da presidência e foi removido pela Polícia Legislativa. O plenário foi esvaziado e a transmissão da TV Câmara sofreu cortes durante o episódio. Relatos apontam agressões a jornalistas presentes.

A ocupação de mesas na Câmara e no Senado, por oposicionistas, ocorreu logo após a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro. A prática gerou repercussão e levou a críticas sobre encaminhamentos do processo político.

Glauber Braga, apesar da pressão, teve o mandato suspenso por seis meses. Três deputados de oposição enfrentam processos no Conselho de Ética por participação na ocupação das mesas: Marcel Van Hattem, Marcos Pollon e Zé Trovão.

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