- Na noite de terça-feira, tiroteios e confrontos de rua em Belfast chegaram à rua onde moram Stella e Sumayah, duas trabalhadoras de cuidado e estudantes originárias de Uganda.
- Casas vizinhas foram incendiadas, fumaça entrava pela porta e homens encapuzados estavam do lado de fora.
- Ao ligarem para os serviços de emergência, receberam a orientação para não deixar a residência; Sumayah chegou a desmaiar pelo medo.
- A jornalista Hannah Al-Othman, do The Guardian, entrevista Helen Pidd sobre a violência e o medo que toma conta dos moradores da cidade.
- Um refugiado sudanês, pai de quatro filhos, avalia a possibilidade de deixar Belfast por causa da violência.
On the ground in the Belfast riots – podcast
Stella e Sumayah são colegas de casa. Ambientes de cuidado e estudantes vindas de Uganda, vivem juntas na parte oeste de Belfast. Na noite de terça-feira, os distúrbios na cidade chegaram à sua rua, com casas vizinhas incendiadas e fumaça entrando pelas portas. Homens encapuzados ficaram do lado de fora.
Ao ligarem para os serviços de emergência, foram orientadas a não deixar a residência. Sumayah, tomada pelo pavor do que poderia ocorrer, acabou desmaiando.
A repórter Hannah Al-Othman, do Guardian, conversa com Helen Pidd sobre a violência e o medo dos moradores da cidade pela própria segurança. Também ouve de um refugiado sudanês, pai de quatro filhos, que avalia abandonar Belfast.
Impacto local e relatos
O episódio gerou apreensão entre residentes que se encontravam próximos aos pontos de conflito. Informações fornecidas por moradores indicam preocupação com a segurança de famílias e a continuidade de atividades diárias na região. Autoridades buscam restabelecer a ordem e garantir abrigo seguro para quem permanece no local.
Relatos de outras testemunhas apontam que os confrontos aconteceram em diferentes pontos da cidade, exigindo resposta rápida de equipes de emergência. A situação atual continua sob avaliação das autoridades e de organizações de auxílio.
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