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Israel rompe cessar-fogo com Líbano após mais de 400 mortes em 24 dias

Diplomacia em Washington busca prorrogar o cessar-fogo, enquanto ofensiva israelense e ataques de Hezbollah seguem causando mortes no Líbano

Equipos de rescate buscaban víctimas entre los escombros de un edificio residencial, tras un ataque aéreo israelí en Saksakiye, al sur del Líbano, este sábado.
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  • Israel intensifica ataques no sul do Líbano e nas imediações de Beirute, com mais de 400 mortes em 24 dias, além da demolição de habitações em áreas fronteiriças.
  • Hezbolá continua com ataques com drones contra tropas israelenses, enquanto a violência persiste na região.
  • O Departamento de Estado dos Estados Unidos marcou reunião em Washington entre representantes de Israel e Líbano para discutir a prorrogação da trégua, que tem sido uma redução temporária do fogo.
  • Governo libanês e governo de Israel apresentam condições quase irreconciliáveis para a continuidade do diálogo; Hezbolá não participa diretamente das negociações.
  • O saldo humano inclui milhares de mortos e deslocados no Líbano; a relação com o Irã complica a negociação, com o desarme de Hezbolá ainda sem definição.

Israel e Líbano seguem sem um cessar-fogo sólido, apesar de negociações patrocinadas pelos Estados Unidos. A violência persiste desde o início da escalada, em março, com bombardeios israelenses no sul do Líbano e ataques de drones de Hezbolá contra tropas israelenses.

Até agora, mais de 400 pessoas morreram no Líbano em 24 dias de confronto, segundo fontes oficiais locais. O governo libanês denuncia ataques aéreos que causaram mortes de civis, incluindo deslocados que vivem em edifícios residenciais na região de Saksakiye, a cerca de 40 km da fronteira.

A parte diplomática procura renovar a trégua com Washington mediando encontros entre representantes israelenses e libaneses. O governo dos EUA anunciou reuniões em Washington para a próxima quinta-feira, visando prorrogar o atual regime de menor violência que vem se mostrando frágil na prática.

No que se refere aos objetivos, o Líbano busca o fim imediato da ofensiva e o fim da ocupação, enquanto Israel exige garantias de que não há ameaça militar de Hezbolá antes de qualquer retirada de suas tropas. Hezbolá, por sua vez, não participa diretamente das negociações e mantém suas ações.

O balanço do conflito desde o início da escalada soma quase 2.850 mortos, mais de 8.500 feridos e mais de um milhão de deslocados, segundo autoridades ligadas ao governo libanês. O grupo armado também reivindicou ataques contra forças israelenses em várias regiões do Líbano.

A comunidade internacional acompanha o desenrolar dos acontecimentos, diante de uma situação que envolve interesses regionais e a influência de Irã. Teerã tem apoiado Hezbolá, enquanto os EUA pressionam por uma solução que evite uma escalada maior na região.

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