- Donald Trump afirmou que as tropas dos EUA se retirarão de Irã em duas ou três semanas, prevendo que o conflito termine em breve e que os preços do petróleo caiam.
- Em discurso no Salão Oval, o presidente indicou que o fim do conflito deve ocorrer em breve e que os preços do petróleo devem despencar.
- Trump disse que não é necessário que o Irã aprove um acordo para o momento da retirada dos soldados.
- O presidente iraniano Masyud Pezeshkian disse à União Europeia que o país está disposto a pôr fim à guerra se receber garantias de que os ataques terminarão.
- No período da noite, Israel atingiu Teerã e Beirute, alegando ter matado dois altos cargos do Hizbolá; Irã, por sua vez, atacou o aeroporto de Kuwait e alvos em Bahrein.
Donald Trump afirmou que as tropas dos EUA devem se retirar de Irã em duas ou três semanas, sinalizando o possível fim do conflito. A declaração foi feita de forma rápida, a partir do Despacho Oval, onde o presidente assinou uma ordem executiva sobre voto por correio e disse que o preço do petróleo cairia com a retirada.
Segundo o presidente, o desfecho do combate ocorreria “muito em breve” e ajudaria a estabilizar o mercado, com queda prevista nos preços da gasolina. Ele mencionou, ainda, que pretende abandonar a região em cerca de duas a três semanas, repetindo a estimativa de prazo.
Antes disso, Trump havia sinalizado que o Irã não precisaria concordar com um acordo para declarar o momento de retirada. Em redes sociais, ele pediu que países consumidores de petróleo desbloqueassem o estreito de Ormuz para abastecer-se.
Mas as ações militares seguiram na noite anterior: Israel atacou Teerã e Beirute, alegando ter eliminado dois líderes do Hezbollah. Em resposta, o Irã atingiu o aeroporto de Kuwait e alvos em Bahrein, aumentando a tensão regional.
Reações e perspectivas
Masud Pezeshkian, presidente iraniano, disse à União Europeia que o Irã está disposto a encerrar a guerra na região se receber garantias de que os ataques terminarão. Em contrapartida, Teerã mantém postura de resistência a novas ações.
O fluxo de ataques eleva a incerteza sobre o cronograma de retirada estadounidense. Autoridades em Washington ressaltam que o objetivo é reduzir a pressão sobre o petróleo, sem especificar condições para o cessar-fogo.
Ainda não há confirmação de um acordo entre as partes para encerrar as hostilidades. A situação permanece volátil, com impactos potenciais no abastecimento global e na economia regional.
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