- Irã e Israel prosseguem com ataques nesta segunda-feira, enquanto os EUA consideram uma operação terrestre para tomar o controle do principal terminal de exportação de petróleo do Irã.
- O petróleo subiu, com o WTI acima de US$ 100 por barril e o Brent em torno de US$ 117, diante da tensão geopolítica e do risco de interrupção de abastecimento.
- O Irã fechou parcialmente o Estreito de Ormuz, afetando a passagem de parte do petróleo mundial; o Kuwait acusa ataque a uma central de energia dessalinização, atribuído a Teerã por autoridades iranianas.
- No eixo diplomático, Paquistão recebeu autoridades de Arábia Saudita, Turquia e Egito para buscar fim rápido da guerra; os Estados Unidos enviaram recursos militares à região para apoio logístico e de defesa.
- Israel intensifica ofensiva contra o Hezbollah no Líbano, com dezenas de mortos e expansão da zona de segurança; o Irã informou a morte de um almirante da Guarda Revolucionária em bombardeios israelenses.
Na segunda-feira, Irã e Israel prosseguiram com ataques, enquanto cresce a possibilidade de uma operação terrestre dos EUA contra o Irã no Golfo. O desempenho do petróleo também reagiu, impactando mercados globais.
O comércio de petróleo subiu, com o WTI acima de 100 dólares o barril e o Brent próximo de 117 dólares, ante a escalada do conflito entre Irã, Israel e aliados dos EUA. Analistas avaliam riscos de trajetórias mais altas caso haja invasão terrestre ou fechamento de vias de abastecimento.
Esforços diplomáticos e impactos regionais
O Paquistão recebeu ministros da Arábia Saudita, Turquia e Egito para tratar do conflito, enquanto Washington reforça sua presença militar na região. Há relatos de envio de um navio de ataque com 3.500 fuzileiros navais a bordo.
Em resposta, Israel intensificou a ofensiva contra o Hezbollah no sul do Líbano, elevando o saldo de mortos desde o início da guerra. Jerusalém afirmou ter enfrentado “mísseis lançados do Irã” e ampliou zonas de defesa aérea.
Situação no Irã e desdobramentos
No Irã, ataques ao sistema elétrico causaram apagões em Teerã, mas o Ministério da Energia afirmou que a rede permanece estável. Teerã acusa Israel de bombardear infraestruturas estratégicas.
A situação envolve disputas pela passagem marítima do Estreito de Ormuz, previamente responsável por cerca de 20% do consumo global de combustíveis. O Irã restringe a passagem a navios de países considerados aliados.
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