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Tanker russo chega a Matanzas com cerca de 730 mil barris de óleo, apesar de sanções dos EUA, União Europeia e Reino Unido

Passengers wait in a TSA security checkpoint queue at Baltimore/Washington International airport on Sunday
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  • O presidente Donald Trump afirmou, ao retornar a Washington, que não vê problema com um petroleiro russo levar suprimentos a Cuba, dizendo que eles precisam sobreviver.
  • Questionado sobre um relato do New York Times, Trump disse que, se um país quiser enviar petróleo para Cuba, não vê problema, seja da Rússia ou de outro país.
  • Na segunda-feira, o Ministério dos Transportes da Rússia informou que o petroleiro Anatoly Kolodkin chegou ao porto de Matanzas com cerca de 730 mil barris de petróleo, segundo a Associated Press.
  • O navio está sujeito a sanções dos Estados Unidos, da União Europeia e do Reino Unido por causa da guerra na Ucrânia.
  • O episódio ocorre em meio a tensões entre EUA, Rússia e Cuba, com postura dos Estados Unidos sobre o embargo de petróleo.

O presidente Donald Trump comentou, na noite de domingo, sobre o envio de óleo a Cuba, dizendo não ter problemas com um carregamento vindo de um navio-tanque russo que se aproximava da costa cubana. A ideia é ampliar o fornecimento de ajuda ao país, segundo ele.

Trump afirmou aos repórteres, a caminho de Washington, que não se opõe à chegada de óleo, independentemente de a origem ser russa. Questionado sobre uma reportagem do New York Times, ele repetiu que não veria problema com o envio, desde que haja necessidade para Cuba.

Na segunda-feira, o Ministério russo de Transportes informou que o tanker Anatoly Kolodkin chegou ao porto cubano de Matanzas levando supostamente cerca de 730 mil barris de óleo, segundo a Associated Press. O navio está sujeito a sanções impostas por EUA, União Europeia e Reino Unido em decorrência da guerra na Ucrânia.

Envio de óleo a Cuba

Segundo a agência de notícias, as entregas ocorreram no contexto de bloqueios econômicos impostos pelos Estados Unidos contra Cuba, que incluem restrições a importações de petróleo. A embarcação foi sancionada por autoridades ocidentais, o que complica a participação de outros países em operações similares.

As autoridades cubanas não divulgaram detalhes sobre o uso das atuações humanitárias, apenas apontaram a necessidade de suprimentos para o país. A circulação do Anatoly Kolodkin ocorre em meio a tensões diplomáticas entre Moscou e Washington.

Até o momento, não houve confirmação oficial de que o óleo será distribuído diretamente pela Cuba ou por intermediários. Relações diplomáticas entre Cuba, Rússia e membros da União Europeia seguem sob observação internacional.

A chegada do navio russo ocorre após debates no cenário internacional sobre auxílio humanitário a Cuba e sobre sanções aplicadas a ativos russos. Autoridades cubanas não deram declarações adicionais nesta publicação.

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