- O Irã alertou que enfrentará qualquer ataque terrestre dos EUA, acusando Washington de planejar invasão secreta enquanto busca negociações para o conflito que já dura mês e meio.
- Houthis, apoiados pelo Irã, entraram no conflito pela primeira vez; Netanyahu disse que Israel amplia a invasão no sul do Líbano.
- O presidente da Assembleia Nacional do Irã, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que o inimigo sinaliza negociação em público, mas planeja ataque terrestre; os militares iranianos estariam prontos.
- Relatórios apontam que o Pentágono avalia operações terrestres no Irã com tropas em marcha, incluindo possibilidades de incursões e ações de alto impacto, podendo envolver tomada da Ilha de Kharg e ataques perto do estreito de Hormuz.
- Em Israel, Netanyahu anunciou expansão da zona de segurança no Líbano para neutralizar a ameaça do Hezbollah; havia também registro de ataques e mortos na região.
O Irã advertiu os EUA de que está pronto para enfrentar qualquer ofensiva terrestre, acusando Washington de planejar secretamente um ataque de terra e, ao mesmo tempo, buscar negociações públicas. A declaração ocorre na esteira do conflito que já deixou milhares de mortos e interrompeu significativamente o abastecimento global de energia, entrando no segundo mês.
Segundo a fala do parlamento iraniano, a hostile postura norte-americana é dissimulada: negociações públicas enquanto há planos de ataque. A voz oficial afirmou que o Irã mantém seus fogos acesos e afirmou esperar pela chegada de tropas americanas para retribuir.
Enquanto Washington discute opções, relatos indicam preparo para semanas de operações terrestres com apoio de tropas de apoio e de forças especiais, segundo reportagens. A estratégia mencionada envolve ações limitadas, com riscos para soldados, drones e equipamentos iranianos.
Entre as possibilidades discutidas, estariam a tomada da Ilha Kharg, principal centro de exportação de petróleo do Irã, e ataques a áreas costeiras próximas ao estreito de Hormuz para neutralizar ameaças a navios comerciais e militares. O governo americano avalia cenários de atuação na região, incluindo o envio de mais tropas.
O clima político global oscila entre de-escalada e risco de ampliação do conflito. O governo dos EUA tem se mantido vago sobre decisões finais, com porta-vozes alternando mensagens de contenção e de preparação para ações maiores. Relatos apontam que qualquer decisão depende de várias avaliações estratégicas.
Paralelamente, a região vivencia movimentos militares significativos. O primeiro-ministro de Israel informou a ampliação da sua operação no sul do Líbano contra o grupo Hezbollah, com objetivo de reduzir a ameaça de incursões na fronteira. As forças israelenses continuam a confrontar alvos próximos ao território libanês.
No terreno, um sepultamento ocorreu no Líbano para três jornalistas mortos na véspera em um ataque de Israel. O conflito já deixou mais de 1.100 vítimas no país desde o início da crise associada às tensões regionais. Autoridades locais reiteram a necessidade de apurar responsabilidades.
Na fronteira entre Israel e a região, um exemplo de impacto direto ocorreu em uma instalação industrial israelense atingida por um míssil iraniano, provocando fogo e avaliação de riscos de vazamento de materiais perigosos. O grupo Adama informou danos parciais a uma planta, sem registro de feridos até o momento, e ressaltou que os estragos ainda são avaliados.
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