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Pussy Riot protesta contra empresa de tecnologia por apoiar crimes de guerra russos

Pussy Riot ocupa escritório da Ubiquiti em Nova York para denunciar uso de hardware na guerra na Ucrânia; a empresa desativa conta de venda de camisetas

Pussy Riot outside Ubiquit office in New York, March 27, 2026
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  • O grupo Pussy Riot ocupou a sede da Ubiquiti em Manhattan, nos EUA, para protestar contra o uso da tecnologia pela Rússia na guerra contra a Ucrânia.
  • Em um vídeo, Nadya explicou que o Exército russo usa os equipamentos da empresa para se comunicar com tropas na linha de frente, contribuindo para supostos crimes de guerra.
  • A organização afirma que, após a interrupção do Starlink, a Rússia busca alternativas, com a Ubiquiti apontada como solução preferida para transmissões a até quinze quilômetros da frente.
  • Três exigências foram apresentadas: cumprir sanções dos EUA, reconhecer o uso pela Armada russa e colaborar com a Ucrânia para deter esse uso.
  • A resposta da Ubiquiti, segundo Pussy Riot, foi fazer com que a empresa parceira Square desativasse uma conta de venda de camisetas, o que a organização chamou de “cringe” nas redes.

Pussy Riot ocupou nesta sexta-feira as instalações da empresa norte-americana Ubiquiti, em Manhattan, para protestar contra o que chamam de uso de tecnologia pela Rússia na guerra contra a Ucrânia. O ato teve início pela manhã e ocorreu nas dependências da sede corporativa da companhia.

A organização afirma que os equipamentos da Ubiquiti foram usados pelas forças russas para facilitar a comunicação entre tropas na linha de frente, contribuindo para supostos crimes de guerra descritos em suas declarações. O grupo explica que, desde a interrupção do serviço Starlink, outras opções têm surgido para manter as comunicações no campo de batalha.

Segundo o coletivo, milhares de unidades de hardware da empresa estariam sendo utilizadas para criar pontes de longa distância que alcançam até 15 km até o front. A leitura do Pussy Riot sustenta haver casos documentados de agressões contra civis, prisioneiros de guerra e mortes, com a tecnologia atuando como facilitadora.

Durante a ação, o grupo apresentou três exigências: cumprir sanções dos Estados Unidos, reconhecer o uso pela Marinha russa e colaborar com a Ucrânia para impedir esse uso. Em resposta, a companhia parceira Square informou ter desativado uma conta usada para vender camisetas ligadas aos shows da banda.

O Pussy Riot também criticou políticas de apoio a ativistas exilados na Rússia, apontando contradições entre ações contra dissidentes e a não responsabilização de responsáveis por crimes de guerra. O grupo confirmou o protesto e a resposta da empresa, sem indicar próximos passos iminentes.

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