- Donald Trump afirmou que a operação contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro, está com avanço acima do planejado e que o cronograma já está duas semanas adiantado.
- O presidente disse que o Irã está disposto a negociar e criticou a atuação dos aliados da OTAN, dizendo estar decepcionado com França, Alemanha e Reino Unido.
- A meta é forjar uma coalizão para reabrir o estreito de Ormuz, permitindo a passagem de navios, mas, segundo ele, os europeus teriam colocado desculpas.
- Trump estendeu até 6 de abril o prazo para o Irã aceitar suas condições, anunciando a intenção de manter a pressão caso não haja acordo.
- O discurso ocorreu em Miami, durante fórum de investidores sauditas e internacionais, onde também pediu apoio a MBS e ressaltou a relação com o Golfo e críticas à OTAN.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a operação militar contra Irã, iniciada em 28 de fevereiro, avançou além do cronograma. Segundo ele, já há duas semanas de adiantamento e Irã estaria disposto a negociar, enquanto a OTAN é alvo de críticas.
Trump pediu apoio de França, Alemanha e Reino Unido para formar uma coalizão que reabriu o estreito de Ormuz. A estratégia incluiria medidas para manter livre o tráfego de navios, sob ameaça de crise energética. Ele disse estar decepcionado com os aliados europeus.
O discurso aconteceu em Miami Beach, durante um evento promovido por investidores e pela iniciativa Saudita Future Investment Initiative. A previsão de atuação militar gerou cobra de apoio regional e externaste a Washington, com reforços indicados para a região.
O chefe da Casa Branca disse que a operação visa destruir capacidades iranianas, citando avanços contra arsenais de armas, fábricas de mísseis e drones. Também mencionou supostos impactos sobre a liderança iraniana, sem detalhes verificáveis.
Steve Witkoff, enviado dos EUA ao Oriente Médio, afirmou a fagulha de reuniões entre Washington e Teerã na próxima semana. A equipe do governo americano reafirmou a intenção de encerrar o conflito por vias diplomáticas, se possível.
O secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que a guerra poderia terminar em semanas, não meses. Ele ressaltou a necessidade de avaliações adicionais, sem adiantar cronogramas oficiais ou possibilidades de intervenção terrestre.
A participação regional, especialmente de países do Golfo, foi destacada por Trump como apoio crucial à operação. O presidente também criticou a OTAN, alegando que não recebeu auxílio suficiente de aliados europeus.
Em tom amplo, Trump elogiou o apoio de MBS, príncipe Mohammed bin Salman, e enfatizou interesses comuns com a Arábia Saudita. O investidor saudita figura entre os operadores financeiros que respaldam a estratégia regional.
Durante o discurso, Trump mencionou futuras ações sobre Cuba, com tom de advertência, sem detalhar planos oficiais. Ele também citou a relação com Venezuela, em contexto de investimentos e segurança jurídica para investimentos estrangeiros.
Paralelamente, o debate público nos EUA envolve o voto por correio na Flórida. Trump sustenta estímulos a restrições eleitorais, enquanto defende a própria prática em ocasiões anteriores, em meio a críticas de incoerência política.
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