- Dois barcos a vela do combo Our America Convoy, com ajuda humanitária, somem a caminho de Havana, partindo de Quintana Roo, México, na sexta-feira passada.
- Tratavam de chegar a Havana na terça ou quarta-feira, conforme a secretaria da marinha do México; não houve sinal das embarcações.
- O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, afirmou que o país fará tudo para buscar e salvar os tripulantes.
- Autoridades mexicanas ativaram o protocolo de busca e resgate; representantes de Polônia, França, Cuba e Estados Unidos estão em contato.
- A missão busca levar alimentos e remédios à ilha em meio ao que os organizadores chamam de bloqueio humanitário dos Estados Unidos.
Díaz-Canel informou que Cuba fará tudo o que estiver ao alcance para localizar e resgatar as pessoas a bordo de duas embarcações ausentes, parte de uma comitiva de ajuda humanitária rumo a Havana. As lanchas somavam-se a uma missão internacional de apoio ao país caribenho.
As embarcações partiram na última sexta-feira do estado mexicano de Quintana Roo, seguindo rumo a Cuba. A chegada era esperada para esta semana, entre terça e quarta, segundo a secretaría de Marina do México.
Não há sinais de localização dos barcos até o momento. O grupo Our America Convoy se esforça para coordenar esforços com autoridades de México, Cuba, Polônia, França e Estados Unidos, conforme informações do jornal El Universal.
Díaz-Canel ressaltou a preocupação com o destino dos tripulantes, afirmando que o governo trabalha para localizar e salvar as pessoas envolvidas. A assessoria da comitiva confirmou que o protocolo de busca está ativo.
A organização da ajuda indicou que os navios transportavam alimentos e medicamentos, em meio a críticas ao bloqueio dos Estados Unidos. Os promotores da missão afirmaram que a ajuda é necessária diante da crise cubana.
Medidas de busca e próximos passos
As autoridades mexicanas destacaram que as operações de busca e resgate estão em curso, com participação de equipes especializadas. Não houve confirmação sobre causas da ausência nem sobre danos aos barcos.
O conteúdo da missão enfatiza que a ajuda humanitária continua, apesar das dificuldades logísticas e das tensões políticas regionais. A situação segue sem um desfecho confirmado.
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