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Advogados criticam prisão extrema de manifestante ligado a Herzog após vídeo policial

Advogados questionam uso de força da polícia ao prender manifestante contra Herzog; vídeo mostra oito agentes invadindo casa às cinco da manhã

NSW police arrest a 42-year-old this week after they attended an anti-Isaac Herzog protest in February.
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  • Polícia de New South Wales prendeu, em Ashfield, um manifestante de 42 anos ligado ao protesto contra o presidente israelense Isaac Herzog, com oito oficiais armados entrando na residência às cinco da manhã.
  • O indivíduo é o 26º a ser indiciado pelo protesto na prefeitura de Sydney, em fevereiro, e teve a fiança concedida com obrigação de comparecer ao Downing Centre local court em quinze de abril, devendo se apresentar três vezes por semana e ficar a trezentos metros da prefeitura.
  • A polícia divulgou vídeo da prisão na quinta-feira, que mostra os oito oficiais entrando na casa e o suspeito sendo conduzido, sob escolta, para o veículo.
  • A defesa afirma que a porta foi derrubada, e que o suspeito não possui antecedentes criminais; ele responde a acusações de obstrução ou resistência à polícia, intimidação sem lesões, arremesso de objeto sem lesões e uso de linguagem inadequada.
  • Advogados e especialistas questionam a proporcionalidade da ação, enquanto autoridades defendem que a polícia agiu para manter a segurança em meio a protestos e leis mais restritivas.

Dois ou três minutos após a vigília de fevereiro, a Polícia de New South Wales (NSW) divulgou imagens da prisão de um manifestante anti-Isaac Herzog, ocorrida na casa dele em Ashfield. O homem, de 42 anos, foi o 26º a ser acusado após o protesto em frente à prefeitura de Sydney durante a visita do presidente israelense. A prisão, realizada por oito oficiais com capacetes, máscaras e coletes, ocorreu às 5h de quinta-feira.

O denunciado foi indiciado por obstrução ou resistência à polícia no âmbito do ato pró Herzog, intimidação sem lesões reais, lançamento de objeto contra policiais sem lesões, e uso de linguagem indecente. Ele recebeu fiança. O comparecimento no tribunal local de Downing Centre está marcado para 15 de abril; o acusado deve se apresentar à polícia três vezes por semana, além de ficar a 300 metros do Town Hall.

O advogado de defesa, Nick Hanna, alegou que a prisão ocorreu enquanto o réu dormia e seminu, e que a porta foi arrombada. Disse ainda que houve apreensão do celular e exigência do código de acesso, bem como relatos de possível agressão anterior a um oficial. A defesa nega histórico criminal do acusado. A família e a assessoria jurídica ressaltam as tensões sobre leis anti-protesto recém-intensificadas no estado.

Contexto e avaliação

A ocorrência integra o conjunto de ações da chamada Operação Odin, grupo de apoio tático envolvido em grandes eventos. A imprensa local questiona o uso de poderes de polícia, em especial diante de denúncias de brutalidade que estão sendo apuradas pelo órgão responsável.

Especialistas em accountability policial analisaram as imagens e destacaram que as acusações não parecem justificar o nível de atuação ostensiva mostrado. A avaliação aponta para a necessidade de equilíbrio entre segurança pública e direitos de manifestação.

As autoridades eleitas defenderam as ações, afirmando que a polícia agiu para manter a ordem após incidentes durante o protesto. O premier e o comandante da polícia esclareceram que a resposta visou dispersar o grupo e evitar danos à comunidade.

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