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Trump proíbe novos roteadores fabricados no exterior

FCC proíbe importação de roteadores novos fabricados fora dos EUA por riscos de segurança, podendo limitar oferta e elevar preços no futuro

© Justin Sullivan (Getty Images)
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  • A Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC) proibiu a importação de novos roteadores de consumo fabricados no exterior, citando riscos à segurança nacional.
  • A mudança foi incluída na lista “Covered List”, após determinação de um corpo interagências chefiado pela Casa Branca.
  • Roteadores já aprovados para venda nos EUA permanecem autorizados; a restrição vale apenas para modelos ainda não aprovados.
  • A possibilidade de venda/importação pode existir via aprovação condicional pelo Departamento de Defesa ou pelo Departamento de Segurança Interna, desde que haja um plano de trazer parte da fabricação para os EUA.
  • A medida pode enfrentar ações judiciais por parte de empresas do setor e pode impactar disponibilidade e preços de novos roteadores no futuro.

O Federal Communications Commission (FCC) dos EUA proibiu a importação de roteadores de consumo fabricados no exterior. A medida foi anunciada como parte de ações de proteção à segurança nacional.

Em 24 de março, o FCC informou a atualização de sua Lista Abrangente de Equipamentos, incluindo roteadores feitos fora dos Estados Unidos. A decisão resulta de uma avaliação de um corpo interagências da Administração, que considerou os dispositivos como riscos para a segurança pública.

A nova atualização não afeta roteadores já aprovados para venda nos EUA. Roteadores aprovados anteriormente, mesmo com produção parcial no exterior, podem continuar a ser vendidos e usados, por enquanto. A proibição ataca, principalmente, importações de modelos ainda não aprovados.

Exceções e impactos potenciais

A autoridade abriu a possibilidade de aprovação condicional para venda via Departamento de Defesa ou Departamento de Segurança Interna. O requisito, no entanto, envolve que as empresas apresentem planos para trazer parte da fabricação para os EUA, o que levanta questionamentos sobre o alcance da medida.

Empresas de tecnologia comentaram que planejam contestar a decisão, potencialmente em vias judiciais. Analistas destacam que, no curto prazo, as prateleiras podem não sentir mudanças significativas, mas impactos podem aparecer conforme novos modelos forem lançados.

A estratégia de segurança nacional citada pelo governo americano reforça a visão de reduzir dependência de componentes estrangeiros na defesa e na economia. Restaurantes do setor tecnológico ressaltam que o movimento ocorre em um contexto de tensões comerciais com a China e com outras economias. Os efeitos sobre preços e disponibilidade de equipamentos ainda dependem de desdobramentos regulatórios e judiciais.

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