- Rússia lançou nova onda de ataques com mísseis e drones contra áreas civis da Ucrânia, deixando ao menos cinco mortos.
- Foram usados quase 400 drones de longo alcance e 23 mísseis de cruzeiro, em um dos maiores ataques das últimas semanas.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que os ataques atingiram onze regiões e pediu aos aliados mais munição para defesa aérea.
- A Moldova informou que uma linha de energia que conecta o país à Europa foi danificada e pediu redução no consumo nos horários de pico.
- Analistas ressaltam que a ofensiva de primavera busca avanços no leste e sul, enquanto Kyiv ganha terreno em algumas áreas e as negociações com os países ocidentais seguem sem acordo.
O governo russo lançou uma nova ofensiva de longo alcance contra áreas civis da Ucrânia, com mísseis e drones. Pelos registros da força aérea ucraniana, quase 400 drones de grande alcance e 23 mísseis de cruzeiro foram usados durante a ofensiva noturna. Em pelo menos 11 regiões houve danos significativos.
Até o momento, pelo menos cinco pessoas morreram. Kiev afirma que a ofensiva visa romper a resistência ucraniana ao longo do front, em meio a uma temporada de maior atividade militar na primavera. O presidente Volodymyr Zelensky pediu aos aliados mais entregas de sistemas de defesa aérea.
A Ucrânia também enfrenta impactos fora de seu território. Moldova informou dano a uma linha de energia conectando o país à Europa, com apelo para reduzir o consumo nos horários de pico. O episódio ocorre enquanto a atenção internacional se volta para outros conflitos, elevando a pressão sobre a defesa ucraniana.
Escalada e desdobramentos no front
O Kremlin deslocou mais equipamentos pesados e tropas ao longo do front leste. Observadores apontam avanços lentos em Donetsk, com a posição rjorna a Sloviansk a cerca de 20 km da periferia. Relatos de ganhos próximos a Zaliznychne, no Zaporizhzhia, também aparecem.
Analistas ressaltam que, historicamente, ataques mecanizados pesados costumam exigir custos elevados e podem não superar defesas modernas. Em 2026, Kyiv recuperou território significativo em Zaporizhzhia, sustentando a oposição a uma retirada voluntária sem garantias de segurança.
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