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Orbán celebra a direita europeia antes das eleições na Hungria

Direita europeia celebra Orbán em Budapeste antes das eleições na Hungria; Le Pen e Wilders elogiam o premiê e destacam soberania nacional diante de Bruxelas

Europe’s far right turned out in support of Hungarian prime minister Viktor Orbán, but polls suggest he may lose the 12 April vote.
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  • Líderes da direita europeia, incluindo Marine Le Pen e Geert Wilders, elogiaram Viktor Orban em Budapeste antes das eleições na Hungria, previstas para 12 de abril.
  • Le Pen chamou Orban de “líder excepcional”; Wilders disse que ele “mostrou o que significa ficar firme” diante de elites e burocratas de Bruxelas.
  • O evento contou com a presença de outras figuras conservadoras, como Matteo Salvini, Santiago Abascal, André Ventura e Mateusz Morawiecki.
  • Donald Trump endossou Orban em vídeo, elogiando sua defesa de fronteiras, cultura e soberania.
  • Pesquisas indicam que o centrodireita Magyar e o partido Tisza podem superar Orban em cerca de nove a onze pontos percentuais; Orban mantém postura crítica à União Europeia e à Ucrânia.

Ações da direita europeia se consolidaram em Budapeste, com líderes estrangeiros apoiando Viktor Orbán em véspera de eleição na Hungria. O encontro ocorreu após uma conferência de defesa de políticas nacionais, marcada por elogios a Orbán e críticas a Bruxelas.

Marine Le Pen, líder do RN francês, descreveu Orbán como “um líder excepcional” e destacou a Hungria como exemplo de resistência contra pressões externas. Geert Wilders, da PVV, o chamou de “leão em um continente de ovelhas”.

O evento reuniu ainda figuras da direita europeia, como Matteo Salvini, da Liga italiana, e representantes de Vox, Chega e PiS, que definiram Orbán como referência de soberania nacional e segurança.

Entre os argumentos, Le Pen ressaltou a soberania húngara e a coragem de liderar. Wilders afirmou que o primeiro dever de um líder é atender ao seu povo, não a elites distantes ou burocratas de Bruxelas.

Orbán amplifica discurso populista ao longo de 16 anos no poder, defendendo políticas consideradas bilaterais pela União Europeia, mantendo contatos com a Rússia e recusando-se a enviar armas à Ucrânia. O governo nega desrespeito à regra de lei.

Pesquisas indicam que a correlação de forças pode favorecer a oposição liderada por Péter Magyar, com uma possível vantagem de 9 a 11 pontos percentuais sobre Orbán na eleição parlamentar de 12 de abril.

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