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Ataque EUA e Israel a Irã em andamento; AIE alerta crise energética pior que 70

AIE alerta que a crise energética é mais grave que a de setenta; ataques a Irã elevam tensões no Golfo e o petróleo volta a superar US$ 100 por barril

Vista de Tel aviv en la que se aprecian las estelas de las intercepciones de misiles este lunes.
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  • A Agência Internacional de Energia informou que a crise energética atual é “muito grave” e supera as crises dos anos 1970, com danos a infraestrutura em vários países e o estreito de Ormuz sob tensão.
  • O Exército de Israel lançou uma nova onda de bombardeios contra Teerã, após ataques anteriores vindos de Irã, elevando a tensão na região.
  • O Irã intensificou ataques ao Golfo, atingindo Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Baréin nas últimas horas.
  • O preço do petróleo voltou a ficar acima de cem dólares por barril, reflexo da escalada de ataques a infraestrutura energéticas.
  • Diplomacia: Keir Starmer e Donald Trump discutiram a necessidade de reabrir o estreito de Ormuz para reativar o comércio global de energia; o CENTCOM afirmou ter atacado uma planta de motores de drones em Qom.

O diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, alertou que a crise energética atual é grave, acima das de 1970. A declaração foi feita durante visita à Austrália, onde ele afirmou que nenhuma nação ficará imune se a tendência continuar.

Na madrugada desta segunda-feira, Israel realizou uma nova onda de bombardeios sobre Teerã, após ataques com mísseis vindos do Irã atingirem territórios israelenses. As ações ocorrem em meio a uma escalada militar na região, com ataques também no Golfo.

Ameaça energética e resposta internacional

Birol destacou que a distância entre várias infraestruturas críticas ficou mais curta, com impactos estimados em pelo menos 40 instalações de energia em nove países. A abertura do estreito de Ormuz permanece bloqueada, elevando a volatilidade dos mercados.

O Comando Central dos EUA (CENTCOM) afirmou ter atingido uma fábrica iraniana de motores para drones e aeronaves da Guarda Revolucionária, na província de Qom. A instituição divulgou imagens do estado das instalações antes e depois do ataque.

Repercussões regionais e econômicas

Arabia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Baréin reportaram novos ataques em seus territórios nas últimas horas. Defesa saudita informou interceptação de drones e dois mísseis, com um atingido em área desabitada. Emirados também registraram derrubos de projéteis vindos do Irã.

Ações militares no entorno incluem também preparação de Israel para ampliar operações terrestres no sul do Líbano, além de ataques contínuos contra infraestruturas no Golfo. O preço do petróleo acompanhou a escalada, passando de 100 dólares por barril nas primeiras operações do dia.

Diálogo entre líderes ocidentais

Na noite de domingo, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e o presidente dos EUA, Donald Trump, discutiram por telefone a necessidade de reabrir o estreito de Ormuz para facilitar a navegação global e o trânsito de petróleo. Ambos concordaram em manter conversas futuras para avançar nesse objetivo.

O conflito, que já dura quase quatro semanas, envolve danos a patrimônios culturais Iran é estudados por autoridades locais. O Palácio Saadabad, em Teerã, sofreu danos em decorrência de ataques reportados contra infraestruturas próximas.

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