- A princesa Mette-Marit disse ter sido manipulada e enganada por Jeffrey Epstein, e afirmou que não sabia que ele era abusador sexual.
- Ela reconheceu ter pesquisado Epstein no Google em 2011, três anos após a condenação dele, e mencionou isso em mensagens anteriores.
- Os arquivos de Epstein citam Mette-Marit em quase mil mensagens entre 2011 e 2014, descrevendo um relacionamento amistoso, sem indicar intimidade.
- O parlamento norueguês aprovou, por unanimidade, a criação de uma comissão independente para investigar ligações entre o Ministério das Relações Exteriores e Epstein.
- A princesa está emocionalmente afetada, sofre de fibrose pulmonar e afirmou ter ficado na casa de Epstein em Palm Beach em janeiro de 2013; o filho, Marius Borg Høiby, enfrenta julgamento por 39 acusações, incluindo quatro estupros, as quais ele nega.
Norway’s crown princess Mette-Marit afirmou ter sido manipulada e enganada por Jeffrey Epstein, abordando publicamente pela primeira vez seu relacionamento com o empresário condenado. Ela disse não saber que ele era um agressor sexual, apesar de ter pesquisado sobre ele anos depois.
Os arquivos do Epstein, tornados públicos pelo Departamento de Justiça dos EUA, mostraram menções frequentes a Mette-Marit entre 2011 e 2014. Em mensagens, ela reconheceu ter feito uma pesquisa sobre o histórico do homem.
Parlamento norueguês aprovou, por unanimidade, criar uma comissão independente para investigar ligações entre o Escritório de Relações Exteriores da Noruega e Epstein, após a divulgação dos documentos.
Envolvimento e contexto
A monarca foi citada em quase 1.000 comunicações privadas. Em uma troca, ela questionou se seria inadequado para uma mãe sugerir duas mulheres nuas para o papel de pôster de seu filho.
A rainha descreveu ter conhecido Epstein por meio de contatos em 2011, quando atuava como enviada especial do PNUD. Ela negou qualquer relação íntima com Epstein.
Detalhes do período e recentes desdobramentos
Entre 2011 e 2014, Epstein frequentou a residência de Palm Beach em janeiro de 2013, segundo os arquivos. Mette-Marit afirmou que a visita ocorreu por meio de um amigo em comum e que, desde 2019, tem processado o dano moral causado às vítimas.
Ela revelou ainda estar sob intensa pressão e que, devido a uma fibrose pulmonar, precisa de repouso, o que impacta seu papel oficial. A entrevista com NRK foi concedida ao lado do marido, o príncipe Haakon, em Skaugum.
Entre na conversa da comunidade