- Em Brooklyn, Rafael Caro Quintero está em conversas com promotores dos EUA sobre um acordo que dispense o julgamento.
- Aos 73 anos, ele se declarou inocente em fevereiro de 2025 das acusações de participação em empresa criminosa continuada e conspiracão de importação de cocaína; está preso na cidade.
- Segundo o promotor federal, não há hoje uma oferta de acordo.
- O Departamento de Justiça informou, em agosto de 2025, que não pretende buscar a pena de morte contra Caro Quintero; o trial está previsto para 8 de março de 2027.
- O mexicano foi extraditado para os EUA em fevereiro de 2025; ele já cumpriu 28 anos de prisão no México pela morte do agente da DEA Enrique “Kiki” Camarena, foi libertado em 2013 por uma falha processual e recapturado em 2022.
Rafael Caro Quintero, fundador do Cartel de Guadalajara, está em negociações com promotores dos EUA para um acordo de delação, segundo seu advogado, em audiência realizada em Brooklyn nesta quinta-feira. O processo envolve acusações de participação em uma organização criminosa contínua e conspiração para importação de cocaína.
O mexicano de 73 anos já havia se declarado não culpado, em fevereiro de 2025, diante de um tribunal federal de Brooklyn. A defesa afirmou que as partes discutem um acordo que não envolva um julgamento, ainda em fases iniciais, segundo o advogado.
O Departamento de Justiça dos EUA informou, em agosto de 2025, que não buscará a pena de morte no caso. Quintero foi extraditado dos EUA à prisão, no Brasil, após expulsão do México em fevereiro de 2025, como parte da transferência de 29 supostos chefes de cartel.
Caro Quintero ficou conhecido por ter sido condenado no México pela morte do agente da DEA Enrique Camarena, ocorrida em 1985, passando 28 anos na prisão mexicana. Ele foi libertado em 2013 por uma questão técnica e recapturado em 2022, quando o governo mexicano decidiu a extradição.
A audiência e as negociações ocorrem enquanto o réu permanece detido no Brooklyn. Um julgamento está, até o momento, previsto para 8 de março de 2027, conforme calendário provisório divulgado anteriormente. A defesa enfatiza que as conversas são sobre um possível acordo, não sobre a absolvição.
Resumo: o que aconteceu, quem está envolvido, quando, onde e por quê, com foco em informações verificáveis e sem opinião. A cobertura segue o interesse público em acompanhar o andamento do caso Caro Quintero e as decisões do sistema penal dos EUA.
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