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Força dos EUA não se prepara para invasão a Cuba, diz general sênior

General afirma que EUA não preparam invasão de Cuba, mas estão prontos para defender embaixada e base de Guantânamo, se houver ameaça

A vintage car drives past the U.S. Embassy in Havana, Cuba March 11, 2025. REUTERS/Norlys Perez
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  • O general Francis Donovan, chefe do Comando Sul dos EUA, afirmou que as Forças Armadas americanas não estão ensaiando uma invasão de Cuba nem cogitando tomar a ilha pela força.
  • Ele disse que, se for necessário, os EUA estão prontos para defender a embaixada, a base de Guantánamo e ajudar ações para lidar com migração em massa vindoura de Cuba.
  • A declaração ocorreu durante uma audiência no Senado sobre o uso militar dos EUA na América Latina, sob a gestão do presidente Donald Trump.
  • Trump tem aumentado ações contra rotas de narcotráfico e pressão econômica sobre Cuba, incluindo interrupção de petróleo venezuelano; a rede elétrica cubana sofreu queda recente.
  • Donovan destacou que Guantánamo está danificada por furacões e precisa de investimentos, com a Defesa Pública (Departamento de Segurança Interna) liderando possíveis respostas a migração, mantendo a possibilidade de montar um campo para migrantes no epitáfio.

O Exército dos Estados Unidos não está ensaiando uma invasão de Cuba nem se preparando para tomar o controle da ilha por meios militares, afirmou o general Francis Donovan, chefe do Comando Sul dos EUA, em audiência no Senado. Ele disse que a tropa está pronta para enfrentar ameaças à embaixada norte-americana, defender a base de Guantánamo e apoiar medidas do governo dos EUA para lidar com migração em massa, se necessário. As declarações foram dadas durante o debate sobre o uso da força militar na América Latina.

Donovan destacou que a prioridade é a defesa de instalações diplomáticas e militares, bem como coordenar ações para preservar vidas e manter operações estratégicas na região. O general fez as afirmações ao responder perguntas sobre a posição de Washington em relação à Cuba e à influência norte-americana na região, tema em foco na audiência.

O contexto envolve anúncios do governo de Donald Trump sobre atuação mais robusta na região, incluindo ataques a navios de droga e a intensificação de alianças antidrogas com governos da América Latina. Em janeiro, forças especiais dos EUA prenderam o então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em uma operação em Caracas e o mostraram em Nova York para enfrentar acusações ligadas ao tráfico de drogas.

Situação de Guantánamo e investimentos na região

Donovan afirmou que Guantánamo sofreu danos de furacões e precisa de novos investimentos, assim como outras bases caribenhas apontadas como historicamente subfinanciadas. Ele afirmou que, por conta do dano causado pela chuva, há apenas dois cais operacionais no complexo. A base é considerada estratégica para operações no Caribe, segundo o general.

A autoridade destacou que o Departamento de Segurança Interna, responsável pela Guarda Costeira, lideraria qualquer resposta a migração em massa vinda de Cuba, com a possibilidade de instalar acampamentos para fluxos migratórios caso haja necessidade. Questionado sobre ações de força, o chefe do Comando Sul reiterou que, se houver ameaça física à embaixada ou à base de Gitmo, tropas americanas seriam empregadas para proteger vidas.

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